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«Operação Artémis» da GNR vai fiscalizar exercício da caça durante seis meses

20/08/2023 às 16:15
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A Guarda Nacional Republicana (GNR) iniciou hoje a ‘Operação Artémis’, que se irá desenvolver até fevereiro, com vista à fiscalização do exercício da caça, de modo a prevenir situações em desconformidade com a lei.

Entre hoje e até ao dia 28 de fevereiro de 2024, a GNR vai realizar, em todo o território nacional, “ações de fiscalização ao exercício dos atos venatórios, para prevenção, deteção e repressão de situações em desconformidade com as normas legalmente definidas”, anunciou aquela força de segurança.

Segundo o comunicado, a caça é um “recurso natural renovável que, de acordo com a legislação atual, é objeto de uma política específica e de medidas especiais de proteção e conservação, visando a gestão dos recursos cinegéticos”.

Na abertura da época da caça no terreno ordenado, a GNR lembra que “ uma especial atenção às espécies cinegéticas, meses e limite diário de abate”, que constam no calendário venatório, época venatória 2023-2024.

Nesse sentido, a operação irá realizar ações de sensibilização e cooperação no âmbito das atividades relacionadas com o ato venatório, acrescenta a nota.

A GNR informa ainda que as ações têm como objetivo garantir “o respeito pelas medidas de proteção e conservação dos recursos cinegéticos, tendo em vista a sua gestão sustentável”.

Esta operação é desenvolvida através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), “na sua qualidade de polícia ambiental, competente para vigiar, fiscalizar, noticiar e investigar todas as infrações à legislação que visa proteger a natureza, o ambiente e o património natural"

A GNR reforça que tem “como prioridade estratégica a defesa dos valores naturais e ambientais numa perspetiva de alcançar uma melhor segurança e bem-estar para os seres humanos e biodiversidade”.

Lusa