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31 jan 2023
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Médio Tejo

Cem milhões de euros para projetos de áreas prioritárias da região Centro

28/11/2022 às 14:39
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O Programa Operacional Centro 2020 aprovou 100 milhões de euros para projetos de qualificação dos territórios em áreas consideradas prioritárias para as populações, anunciou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

“Trata-se de 143 novos projetos, que representam uma comparticipação de fundos europeus de 89 milhões de euros, a que se junta o reforço de financiamento de 40 projetos já anteriormente aprovadas num montante de 11 milhões de euros”, explicou a CCDRC, em comunicado enviado à agência Lusa.

Estes apoios destinam-se a investimentos em intervenções em edifícios escolares, centros de saúde, monumentos classificados, espaços públicos, mobilidade sustentável e áreas de acolhimento empresarial.

A CCDRC deu como exemplos o novo Centro Escolar de Nossa Senhora de Fátima, de Aveiro, a requalificação da Escola Secundária Doutora Maria Cândida, de Mira, a criação da Área de Acolhimento Empresarial de Lordosa, em Viseu, e a reabilitação do Mercado Municipal do Carregal do Sal.

O projeto de Eficiência Energética da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova, o Sistema Intermunicipal de Bicicletas para Uso Público no Médio Tejo, os Passadiços do Vale do Mondego na Guarda, a recuperação e requalificação da Igreja São João Baptista em Tomar e a Unidade de Saúde da Marinha das Ondas, na Figueira da Foz, são outros exemplos destes projetos.

Na opinião da presidente da CCDRC, Isabel Damasceno, “o Programa Regional do Centro tem feito uma aposta efetiva em equipamentos de proximidade, com forte impacto na qualidade de vida das populações”.

Isabel Damasceno destacou “o apoio aos municípios nas áreas da educação, saúde, cultura, mobilidade e melhoria do espaço público”.

“Estes investimentos estão já alinhados com as prioridades do próximo período de programação, em particular na reorganização e qualificação da oferta de serviços públicos, no reforço do sistema urbano e na dinamização de ativos territoriais, com intervenções que fixem e atraiam pessoas e investimentos”, sublinhou.

Lusa