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04 jul 2022
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Região

Presidente da República lamenta morte de militar paraquedista que deixa “saudade inesquecível”

21/04/2022 às 17:05
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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a morte de uma militar paraquedista ocorrida hoje no concelho da Chamusca, considerando que a sargento “deixa na família paraquedista e militar uma saudade inesquecível”.

Numa mensagem de pesar publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa diz ter tomado conhecimento da morte da militar paraquedista de 52 anos “com profunda tristeza e sentido pesar”.

“Neste momento de perda e de súbita dor, partilhada com o pai por contacto telefónico, apresento a toda a família e amigos os meus sentidos pêsames”, lê-se na nota.

Marcelo acrescenta que “a Sargento-Ajudante Alexandra Serrano Rosa, militar do Exército português, deixa na família paraquedista e militar uma saudade inesquecível”.

O Exército atribuiu a morte de uma militar paraquedista, ocorrida hoje na zona de lançamento do Arripiado, concelho da Chamusca (Santarém), a uma falha no sistema de paraquedas, manifestando “profundo pesar”.

Em comunicado, o Exército afirmou que a militar, de 52 anos, morreu cerca das 12:20 de hoje quando “se encontrava a efetuar um salto de abertura manual para manutenção da qualificação de paraquedista”, não tendo o sistema de paraquedas funcionado “devidamente”, o que originou a queda.

Afirmando que está já em curso um processo de averiguações “para apurar todas as circunstâncias em que ocorreu este acidente”, o Exército sublinha que “foram acionados de imediato os procedimentos de emergência médica”.

“O Exército lamenta o falecimento da sua militar, tendo apresentado as mais sentidas condolências à família e acionado o apoio psicológico”, é acrescentado na nota.

Em declarações anteriores à Lusa, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém referiu que o alerta para trauma (queda) foi dado às 11:51, tendo-se verificado, na chegada ao local, que a vítima já não tinha sinais de vida, apesar de estarem a ser desenvolvidos esforços de reanimação por enfermeiros militares.

No local estiveram elementos da corporação de bombeiros da Chamusca, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Centro Hospitalar do Médio Tejo e a GNR.

Lusa