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      <title>Jornal de Abrantes</title>
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      <description>O jornal de Abrantes aposta numa informação diversificada, dando, sempre que possível, voz aos protagonistas das notícias, mas também aos cidadãos comuns.</description>
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         <title>Linha da Beira Baixa reabre a 20 de setembro entre Mouriscas-A e Ródão</title>
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         <description><![CDATA[ Linha da Beira Baixa reabre a 20 de setembro entre Mouriscas-A e Ródão ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  19:01:53 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Linha da Beira Baixa reabre a 20 de setembro entre Mouriscas-A e Ródão</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p><span style="font-size: 0.875rem;">A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou a reabertura do troço, permitindo à CP – Comboios de Portugal retomar os serviços ferroviários de passageiros e aos operadores de mercadorias voltar a utilizar esta ligação.</span></p>
<p>Com a reabertura entre <strong>Mouriscas-A</strong>, no concelho de Abrantes, e Ródão, serão repostos os serviços Regionais e Intercidades em toda a extensão da Linha da Beira Baixa.</p>
<p>A recuperação deste troço assume também importância para o transporte de mercadorias, uma vez que reforça a capacidade da rede ferroviária nacional e volta a garantir uma alternativa à Linha da Beira Alta nas ligações ferroviárias internacionais.</p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">A circulação ferroviária foi interrompida na sequência dos danos provocados pelos fenómenos meteorológicos extremos associados à tempestade Kristin.</span></p>
<p>Segundo a Infraestruturas de Portugal, dois deslizamentos de terras, entre os quilómetros 39,150 e 39,270, provocaram instabilidade na plataforma ferroviária e obrigaram à suspensão da circulação.</p>
<p>Os trabalhos de recuperação decorreram em condições consideradas particularmente exigentes, devido às dificuldades de acesso ao local, à instabilidade da plataforma, ao espaço reduzido para movimentação de equipamentos e ao transporte de materiais. As elevadas temperaturas registadas durante a execução da empreitada também condicionaram os trabalhos.</p>
<p>A intervenção incluiu a estabilização dos taludes, com a aplicação de cerca de 5.500 metros cúbicos de enrocamento, e a construção de duas estruturas em betão armado, assentes em microestacas, destinadas a reforçar a plataforma ferroviária.</p>
<p>Foi igualmente construída uma viga de coroamento intermédia entre as duas estruturas e reabilitado e melhorado o sistema de drenagem, incluindo as passagens hidráulicas.</p>
<p>A obra contemplou ainda a reposição integral da via-férrea, das telecomunicações, dos sistemas de terras e das restantes infraestruturas ferroviárias afetadas.</p>
<p>A IP sublinha que a intervenção não se limitou à reposição das condições existentes antes das intempéries. Os trabalhos permitiram introduzir melhorias destinadas a aumentar a segurança e a resiliência da infraestrutura.</p>
<p>Entre as medidas realizadas estão o reforço estrutural da plataforma através de fundações profundas, a melhoria da drenagem superficial e das passagens hidráulicas e a instalação de instrumentação geotécnica para acompanhar a evolução da plataforma ferroviária e das novas estruturas.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_647061922_1269856631913195_7609937623202964073_n_6a68690b55aab_6a99b5bb638c4.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>Paulo Carmona, presidente da Infraestruturas de Portugal, considera que a reabertura representa “muito mais do que a conclusão de uma obra”, significando o regresso de “uma ligação ferroviária essencial para as populações, depois da interrupção provocada pelas intempéries”.</p>
<p>O responsável destaca que a prioridade foi recuperar a infraestrutura em segurança e no menor período possível, salientando que a intervenção permitiu não apenas repor a circulação, mas também reforçar as condições de segurança e resiliência da linha.</p>
<p>“Sabemos o impacto que uma interrupção desta natureza tem no dia a dia de quem vive, trabalha e se desloca nesta região”, afirma Paulo Carmona.</p>
<p>Também o presidente da CP, Pedro Moreira, destaca a importância da reposição da circulação para “a mobilidade das populações e para a ligação entre territórios”.</p>
<p>“Esta reabertura significa o regresso de um serviço que faz parte do quotidiano de muitas pessoas”, refere, acrescentando que a CP retomará a oferta comercial na Linha da Beira Baixa.</p>
<p>A partir de 20 de setembro fica, assim, novamente assegurada a circulação ferroviária em toda a Linha da Beira Baixa, terminando a interrupção entre Mouriscas-A e Ródão provocada pelos danos das intempéries.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>ULS realiza 50.ª cirurgia robótica no Hospital de Tomar</title>
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         <description><![CDATA[ ULS realiza 50.ª cirurgia robótica no Hospital de Tomar ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  17:07:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/regiao/uls-realiza-50a-cirurgia-robotica-no-hospital-de-tomar</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>ULS realiza 50.ª cirurgia robótica no Hospital de Tomar</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo atingiu a marca das 50 cirurgias assistidas por robô no Hospital de Tomar. A tecnologia começou por ser utilizada em Cirurgia Geral e foi posteriormente alargada à Urologia. A instituição prepara agora o aumento da atividade robótica.</p>
<p>A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) realizou a 50.ª cirurgia robótica no Hospital de Tomar, alcançando um novo marco no processo de implementação desta tecnologia na região.</p>
<p>A cirurgia robótica foi introduzida de forma faseada, inicialmente com equipas e procedimentos de Cirurgia Geral, sendo posteriormente alargada à especialidade de Urologia.</p>
<p>A implementação foi acompanhada por um programa contínuo de formação e capacitação das equipas médicas e de enfermagem. Os profissionais cumprem um processo exigente de treino e credenciação internacional, que incluiu formação especializada na Bélgica. A capacitação tem prosseguido, permitindo aumentar o número de profissionais habilitados a trabalhar com o sistema.</p>
<p>Para Firmo Mineiro, médico cirurgião e responsável pelo Departamento Cirúrgico da ULS Médio Tejo, mais importante do que o número alcançado são os doentes que já beneficiaram da tecnologia.</p>
<p>“Atingir a fasquia das 50 cirurgias é naturalmente motivo de grande satisfação para toda a equipa, mas aquilo que verdadeiramente importa são os 50 doentes que pudemos tratar recorrendo a esta tecnologia.”</p>
<p>O responsável sublinha que cada uma das intervenções representa “uma pessoa, uma história clínica e uma equipa inteira mobilizada para lhe proporcionar o melhor tratamento possível”.</p>
<p>A cirurgia assistida por robô é uma evolução das técnicas cirúrgicas minimamente invasivas. Apesar da designação, é o cirurgião que controla integralmente a intervenção, operando através de uma consola.</p>
<p>O sistema reproduz os movimentos do médico com elevada precisão e disponibiliza uma visão tridimensional ampliada do campo operatório, facilitando procedimentos complexos e a preservação de estruturas anatómicas.</p>
<p>Estas características assumem particular importância na cirurgia oncológica, em que a precisão é determinante. Dependendo do procedimento e da situação clínica, a abordagem minimamente invasiva pode ainda permitir menor perda de sangue, redução do internamento e uma recuperação mais rápida em comparação com a cirurgia aberta.</p>
<p>O presidente do Conselho de Administração da ULS Médio Tejo, Casimiro Ramos, considera que as 50 intervenções demonstram que o investimento realizado está já a traduzir-se em capacidade assistencial.</p>
<p>“As 50 cirurgias representam muito mais do que um marco numérico. Significam que um investimento em tecnologia diferenciada se transformou em conhecimento, experiência das nossas equipas e capacidade efetiva para disponibilizar cuidados mais diferenciados aos nossos utentes.”</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_50_cirurgia_6a995b8801680.jpeg" alt="" width="500" /></p>
<p>A instituição pretende agora aumentar a utilização do equipamento. Para isso, conta com a reorganização da atividade dos blocos operatórios dos hospitais de Tomar e Torres Novas.</p>
<p>Segundo Casimiro Ramos, as obras iniciadas em agosto no Bloco Operatório do Hospital de Torres Novas vão permitir transferir para esta unidade parte da atividade cirúrgica atualmente realizada em Tomar.</p>
<p>O objetivo é libertar capacidade no Hospital de Tomar e disponibilizar mais tempos de bloco para a cirurgia assistida por robô.</p>
<p>“Com esta reorganização, queremos libertar e aumentar os tempos de bloco disponíveis no Hospital de Tomar para a cirurgia assistida por robô, potenciando a utilização deste investimento e permitindo que mais doentes possam beneficiar desta tecnologia.”</p>
<p>A reorganização deverá, assim, permitir à ULS Médio Tejo aumentar progressivamente o número de intervenções realizadas com recurso à cirurgia robótica e alargar o acesso dos utentes da região a procedimentos cirúrgicos diferenciados.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Funerária Abrantina abre filial no Sardoal (c/áudio)</title>
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         <description><![CDATA[ Funerária Abrantina abre filial no Sardoal (c/áudio) ]]></description>
         <category>Economia</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  15:19:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Funerária Abrantina abre filial no Sardoal (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p><span style="font-size: 0.875rem;">A Funerária Abrantina abriu uma filial no Sardoal, reforçando a presença da empresa na região e criando um espaço físico onde a população poderá pedir informações, contratar serviços funerários e tratar da documentação associada.</span></p>
<p>A empresa, gerida por Daniel Lopes e Andreia Lopes, tem a sua sede em Abrantes. A nova filial funcionará sobretudo como escritório e ponto de contacto com os clientes, permanecendo em Abrantes a organização da componente operacional dos serviços.</p>
<p>Na abertura do espaço, o presidente da Câmara Municipal do Sardoal, Pedro Rosa, destacou a importância da chegada de novos negócios ao concelho e, em particular, à rua onde a filial está instalada.</p>
<p>“Todos os investimentos são bem-vindos no Sardoal. A Câmara Municipal abraça de bom grado todos os investimentos que possam ser feitos no concelho”, afirmou.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_04_6a99585882e98.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>O autarca assinalou também a reabertura de um imóvel que já acolheu diferentes atividades ao longo dos anos.</p>
<p>“Esta rua merece ver as portas abertas e receber novos negócios. Esta casa, em particular, já conheceu diversas tipologias e é bom voltar a vê-la aberta”, declarou.</p>
<p>Para Pedro Rosa, a instalação da empresa demonstra que existe espaço no território para vários operadores do setor funerário.</p>
<p>“É sinal de que o território tem espaço para vários empresários neste ramo. Deixo os meus cumprimentos aos investidores e, neste caso, à Funerária Abrantina, por ter escolhido o Sardoal”, acrescentou.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Funeraria_Pedro_Rosa.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio> </p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Pedro Rosa, presidente CM Sardoal</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">O presidente da Câmara realçou ainda o movimento que começa a regressar àquela zona da vila, tanto através das intervenções de recuperação de edifícios como da instalação de novas atividades económicas.</span></p>
<p>“A rua começa a ter movimento, não só com as reconstruções que estão a acontecer, mas também com os negócios que começam a abrir, e isso deixa-nos muito contentes”, sublinhou.</p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">Andreia Lopes explicou que a escolha do Sardoal surgiu da vontade de abrir novos caminhos, aproximar os serviços da população e consolidar a relação com os clientes que a empresa já possui no concelho.</span></p>
<p>“Decidimos arriscar por aqui também e, quem sabe, um dia mais tarde noutra localidade”, afirmou a gerente, admitindo a possibilidade de uma futura expansão para outros pontos da região.</p>
<p>A responsável considera que o Sardoal reúne boas condições para o investimento, destacando a forma como a empresa foi recebida pela comunidade.</p>
<p>“Achámos que era um sítio bom, porque as pessoas são muito sociáveis e prestáveis”, referiu.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_02_6a99586a18825.jpeg" alt="" width="500" /></p>
<p><em>Andreia e Daniel Lopes</em></p>
<p>Apesar de ter sede em Abrantes, a funerária já prestava serviços no Sardoal e noutros concelhos da região. A abertura da filial pretende, segundo Andreia Lopes, “consolidar os clientes que já temos e também conquistar novos”.</p>
<p>Apoio na documentação durante um momento difícil</p>
<p>No novo escritório, as famílias poderão obter informações, escolher as urnas, efetuar marcações e organizar os diferentes procedimentos relacionados com o funeral.</p>
<p>“Aqui é a base de documentação e o escritório. Todo o restante serviço é depois tratado em Abrantes, na sede principal”, esclareceu Andreia Lopes.</p>
<p>A empresa assume igualmente o tratamento de vários procedimentos administrativos, incluindo pedidos relacionados com a Segurança Social, prestações por morte e obtenção de certidões. A documentação fiscal continuará, porém, a ter de ser tratada pelos próprios familiares junto das Finanças.</p>
<p>Andreia Lopes considera que este acompanhamento é cada vez mais procurado pelas famílias, que preferem entregar a organização do processo à agência funerária numa fase marcada pela fragilidade emocional.</p>
<p>“São situações complicadas e que requerem muito trabalho. As pessoas, para ficarem mais livres e descansadas, preferem deixar-nos tratar do serviço e da documentação”, explicou.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Funeraria_Andreia_Lopes.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Andreia Lopes, Funerária Abrantina</strong></span></p>
<p>A nova filial passa, assim, a assegurar um atendimento de proximidade no Sardoal, evitando que os residentes tenham de se deslocar a Abrantes para obter informações ou iniciar a organização de um serviço funerário.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Homem fica em prisão preventiva após alegada tentativa de estrangulamento da companheira</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_img_20260806_104033_1_6a7b2b8cd02fb.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Homem fica em prisão preventiva após alegada tentativa de estrangulamento da companheira ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Tue, 11 Aug 2026  15:05:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Homem fica em prisão preventiva após alegada tentativa de estrangulamento da companheira</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Um homem de 46 anos ficou em prisão preventiva, em Abrantes, depois de alegadamente ter tentado estrangular a companheira, de 44 anos, durante uma discussão.</p>
<p>O caso aconteceu na madrugada de 7 de agosto, na residência do casal. Segundo as autoridades a discussão do casal terá acontecido por volta da 01 hora. Ainda de acordo com a mesma fonte, o homem terá utilizado um fio elétrico para, alegadamente, tentar estrangular a mulher, o que terá levado a que esta tenha perdido os sentidos.</p>
<p class="Normal">Segundo a mesma fonte, o agressor terá depois reanimado a companheira e, quando a mãe da vítima che<span class="tm5">gou à residência, abandonou o local e dirigiu-se à esquadra da PSP de Abrantes, onde terá pedido aos agentes de serviço para acionarem uma ambulância. </span><span>A vítima foi assistida no local e transportada para o Hospital de Abrantes, onde ficou hospitalizada.</span></p>
<p><span>O agressor te</span><span class="tm5">rá ainda dito aos polícias aquilo que tinha feito. </span><span class="tm5">Foi detido de imediato e permaneceu nas instalações da PSP até ter sido apresentado ao procurador do Ministério Público de Abrantes durante o dia. Ainda na sexta-feira foi para primeiro interrogatório judicial, mas já no Tribunal de Santarém. Este primeiro interrogatório do Juiz foi suspenso e retomado na esta segunda-feira, tendo o agressor ficado detido nas instalações da PSP.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Ontem, dia 10 de agosto, o juiz do Tribunal de Santarém decretou a prisão preventiva como medida de coação, ficando detido enquanto aguarda o julgamento.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Este é um caso caratcterizado pela polícia como violência doméstica e tentativa de homicídio. A investigação prossegue para apurar todas as circunstâncias do caso.</span></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Rali Histórico Vila da Sertã realiza-se no sábado</title>
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         <description><![CDATA[ Rali Histórico Vila da Sertã realiza-se no sábado ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  12:01:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/rali-historico-vila-da-serta-realiza-se-no-sabado</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Rali Histórico Vila da Sertã realiza-se no sábado</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm5">O Rali Histórico Vila da Sertã volta ao concelho a 5 de setembro. Organizada pelo Lusitânia Automóvel Clube com o apoio do Município da Sertã, esta prova de dimensão internacional é pontuável para o Campeonato de Portugal de Regularidade Histórica 2026, da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK). </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">As dezenas de automóveis participantes estarão em exposição, estacionados ao longo da Alameda da Carvalha, entre as 8 horas e as 9h50, altura em que se dará início à primeira secção desta prova que percorrerá várias localidades do concelho até chegar a Cernache do Bonjardim. Nesta primeira seçcão, a organização designou três Zonas de Espetáculo destinadas ao público, para que possa apreciar as manobras e a perícia dos pilotos em segurança. Estas zonas, todas na União de Freguesias de Ermida e Figueiredo, estão localizadas junto ao cemitério do Figueiredo (39.832856, - 7.984880), no cruzamento entre a Rua da Ribeira e Rua Principal na localidade de Carvalheira (39.824303, - 7.968337) e uma terceira junto à localidade de Santinha (39.830286, - 7.982086). Os automóveis em prova passarão três vezes em cada zona de espetáculo, entre as 10h20 e as 12 horas. A organização apela para que, os interessados em assistir à passagem dos carros de Rali nas referidas zonas de espetáculo, </span><strong><span class="tm6">não estacionem</span></strong><span class="tm5"> junto às mesmas, de forma a não condicionar a passagem dos automóveis em prova. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">À chegada à vila de Cernache do Bonjardim, será realizada a habitual street stage, junto ao Campo de Ténis, com uma primeira passagem pelas 12h30 e a segunda pelas 14 horas. Pouco depois desta segunda passagem, dá-se início à 2ª secção desta prova que, com mais de 190 kms, ligará Cernache do Bonjardim à Sertã, num trajeto fora do concelho da Sertã e que promete imensos desafios competitivos a todos os concorrentes. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">O final da segunda etapa volta a fazer-se no concelho: entre as 17h30 e as 19h30, já na vila da Sertã, realiza-se uma prova complementar, com os automóveis em competição a participar em nova Street Stage, na Avenida Padre Manuel Antunes (junto ao Terminal Rodoviário), com zona de espetáculos localizada junto ao Jardim da Serrada, fechando com chave de ouro o XIV Rali Histórico Vila da Sertã.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A realização desta prova automobilística está alinhada com os objetivos definido pela FPAK para a neutralidade carbónica no desporto automóvel. Dessa forma, o Lusitânia Automóvel Clube promove diversas ações como forma de minimizar as emissões de carbono nas diversas zonas atravessadas pela prova, conferindo ao Rali Histórico Vila da Sertã o estatuto de Ecoevento da Valnor. </span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>ULS Médio Tejo eleva alerta para vermelho devido a temperaturas próximas dos 41 graus (c/áudio)</title>
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         <description><![CDATA[ ULS Médio Tejo eleva alerta para vermelho devido a temperaturas próximas dos 41 graus (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  11:05:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/uls-medio-tejo-eleva-alerta-para-vermelho-devido-a-temperaturas-proximas-dos-41-graus-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>ULS Médio Tejo eleva alerta para vermelho devido a temperaturas próximas dos 41 graus (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) elevou de laranja para vermelho o alerta de saúde pública devido ao calor extremo, perante a subida acentuada das temperaturas prevista para esta sexta-feira e para sábado.</p>
<p>Paulo Luís, médico de Saúde Pública do Médio Tejo, explica que a decisão resulta do modelo de previsão desenvolvido pela Unidade de Saúde Pública, que conjuga temperaturas máximas e mínimas com outros fatores que permitem antecipar o impacto do calor na saúde.</p>
<p>Segundo o médico, em apenas 48 horas a média das temperaturas máximas nos municípios mais quentes da região passou de cerca de 29 graus para 40,88 graus, estando previstos valores superiores a 41 graus em alguns concelhos.</p>
<p>“Temos uma subida muito grande da temperatura máxima em 48 horas. Estávamos com um valor de 29 graus de média e estamos agora, nos oito municípios mais quentes do Médio Tejo, com uma média que deverá ser de 40,88, ou seja, perto de 41 graus.”</p>
<p>A situação é agravada pela previsão para sábado e pela subida das temperaturas mínimas. Paulo Luís antecipa “noites tropicais”, com mínimas superiores a 20 graus, fatores que, conjugados, justificam a passagem ao nível vermelho.</p>
<p>“Tudo conjugado configura uma situação de alerta vermelho para a saúde pública, porque haverá, se não forem tomadas medidas preventivas, impacto na saúde da população.”</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_786139576_2256287848483109_6861524528585916709_n_6a9945e392551.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>Embora o alerta se destine a toda a população, a preocupação é maior com idosos, crianças, doentes crónicos e pessoas obrigadas a permanecer ou trabalhar no exterior. São também estes alguns dos grupos considerados mais vulneráveis nas recomendações da Unidade de Saúde Pública.</p>
<p>Paulo Luís chama especialmente a atenção para os idosos, uma vez que a sensação de sede diminui com a idade.</p>
<p>“A pessoa pode estar a desidratar, mas não tem sede. Depois podem aparecer sintomas como confusão e desorientação.”</p>
<p>Nos doentes crónicos, acrescenta, a desidratação pode contribuir para a descompensação das patologias. Por isso, é essencial garantir uma hidratação regular. E não tem necessariamente de ser feita apenas através de água.</p>
<p>“Há outros meios de hidratar. Há sopas frias, há melancia, há outros frutos muito ricos em água que devem ser utilizados como meios de hidratação.”</p>
<p>As recomendações de saúde aconselham igualmente a beber mesmo sem sede, evitar bebidas açucaradas e alcoólicas, fazer refeições leves, procurar locais frescos e evitar deslocações durante as horas de maior calor.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Paulo_Luis_Alerta_Vermelho_setembro.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Paulo Luís, Médio de Saúde Pública da ULS Médio Tejo</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_paulo_luis_6a9945b690e38.jpg" alt="" width="500" /></strong></span></p>
<p>Com temperaturas extremamente elevadas previstas para sábado, Paulo Luís aconselha quem procurar praias ou outras zonas de água a escolher zonas balneares vigiadas por nadadores-salvadores, evitando locais desconhecidos e comportamentos de risco, como mergulhos onde não seja possível observar o fundo.</p>
<p>O médico reforça também a necessidade de utilizar protetor solar adequado e considera que episódios de calor extremo fora dos períodos tradicionalmente mais quentes poderão tornar-se mais frequentes.</p>
<p>“As alterações climáticas implicam isso mesmo: passamos a ter situações que não eram normais e com as quais vamos passar a viver.”</p>
<p>Paulo Luís recorda que já no final de maio foram registadas temperaturas próximas dos 38 ou 39 graus e admite que possam ocorrer novos picos de calor ainda durante setembro ou mesmo em outubro.</p>
<p>Perante o alerta vermelho, a mensagem da Saúde Pública é, por isso, de prevenção: “Pedimos à população que se proteja a si e proteja especialmente os mais vulneráveis.”</p>
<p>Em caso de tonturas, boca seca, fraqueza ou outros sintomas associados ao calor, a recomendação é contactar o SNS24, através do 808 24 24 24, ou o 112 em situação de emergência.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Constância com duas maiores obras do PRR por concluir no prazo, mas Câmara aponta para continuidade do financiamento (c/áudio)</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_305699249_441087381385606_8025062706741350215_n_6a992eb54e759.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Constância com duas maiores obras do PRR por concluir no prazo, mas Câmara aponta para continuidade do financiamento (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  10:47:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Constância com duas maiores obras do PRR por concluir no prazo, mas Câmara aponta para continuidade do financiamento (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A reabilitação da Extensão de Saúde de Santa Margarida e parte da intervenção no Centro de Saúde de Constância ficaram concluídas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Já as duas maiores intervenções financiadas pelo programa no concelho — a Loja do Cidadão e três fogos de habitação a custos acessíveis na Rua Grande — chegaram ao final de agosto ainda em obra. O presidente da Câmara de Constância acredita, no entanto, que estarão concluídas nos próximos dois meses e que serão encontradas soluções para assegurar o financiamento.</p>
<p>Com o PRR a chegar ao final do período previsto para a execução dos investimentos, a 31 de agosto, Constância apresenta um balanço com projetos concluídos, mas também com duas das principais empreitadas ainda em curso.</p>
<p>Em declarações à Antena Livre, o presidente da Câmara de Constância explicou que ficaram totalmente executadas as intervenções na Extensão de Saúde de Santa Margarida e em parte do Centro de Saúde de Constância.</p>
<p>A situação é diferente nas duas maiores obras do PRR no concelho.</p>
<p>“As duas maiores obras financiadas pelo PRR ainda não estão concluídas, que é a Loja do Cidadão e os três fogos de habitação a custos acessíveis na Rua Grande.”</p>
<p>Segundo o autarca, ambas apresentam já taxas de execução significativas e a expectativa do município é que possam ficar concluídas nos próximos dois meses.</p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">No caso dos três fogos de habitação a custos acessíveis, a Câmara recebeu indicações de que a empreitada se enquadra no regime de “conclusão substancial” definido para os projetos de habitação.</span></p>
<p>O presidente da autarquia refere que a situação de Constância está validada pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e que as indicações existentes apontam para a continuidade do financiamento necessário para terminar a intervenção.</p>
<p>Em relação à Loja do Cidadão, a situação é menos definida. O município ainda não dispõe de uma solução formalizada, embora, segundo o presidente da Câmara, a Agência para a Reforma do Estado (ARTE) tenha transmitido à autarquia que deve continuar a executar a obra.</p>
<p>“Foi-nos transmitido pela ARTE para darmos continuidade à obra, continuarmos a executar a obra, que existiria com certeza uma solução para que a obra fosse concluída e para que a Loja do Cidadão abrisse ao público.”</p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">Os atrasos da Loja do Cidadão não são atribuídos apenas às dificuldades gerais sentidas na execução do PRR.</span></p>
<p>O presidente da Câmara reconhece problemas relacionados com o próprio empreiteiro e considera que os trabalhos deveriam ter avançado a outro ritmo. Por esse motivo, o município já aplicou duas penalizações, uma de 19 mil euros e outra de 15 mil euros.</p>
<p>A Câmara admite aplicar novas penalizações caso se verifiquem mais atrasos.</p>
<p>O autarca enquadra, contudo, os problemas de execução numa dificuldade mais abrangente sentida no país, que teve simultaneamente em execução diferentes instrumentos de financiamento comunitário e um volume muito elevado de obras.</p>
<p>Na sua leitura, o setor da construção civil não tinha empresas e mão de obra suficientes para responder à quantidade de concursos e empreitadas lançados, situação posteriormente agravada pelos efeitos das tempestades.</p>
<p><strong>Constância prepara 2,7 milhões de euros de novos investimentos no Portugal 2030</strong></p>
<p>Terminado o ciclo do PRR, a Câmara vira agora atenções para o Portugal 2030, onde tem três processos considerados bastante avançados.</p>
<p>São eles a primeira fase do ciclo urbano da água, num investimento de cerca de 1,7 milhões de euros, a eficiência energética da piscina, estimada em 500 mil euros, e a ampliação das zonas industriais, também na ordem dos 500 mil euros.</p>
<p>No total, representam cerca de 2,7 milhões de euros de investimento.</p>
<p>As duas primeiras empreitadas deverão seguir para adjudicação em reunião de Câmara. Quanto à ampliação das zonas industriais, o contrato da empreitada já está assinado, estando o município à espera da abertura do respetivo aviso para apresentar a candidatura e avançar com os trabalhos.</p>
<p>A estes projetos deverão juntar-se posteriormente uma segunda fase do ciclo urbano da água, avaliada em mais de um milhão de euros, e outros investimentos municipais.</p>
<p>Quanto ao novo PTRR, o presidente da Câmara explicou que Constância fez chegar ao Governo as suas propostas através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), mas que, nesta fase, ainda não são conhecidos mecanismos de financiamento que permitam avançar com as intervenções sinalizadas.</p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">A habitação é uma das áreas em que o presidente da Câmara defende alterações ao modelo seguido durante o PRR.</span></p>
<p>O autarca considera que a excessiva burocracia e a centralização dos processos dificultaram a concretização dos investimentos, embora ressalve que esta posição não representa uma crítica ao IHRU, reconhecendo as limitações de recursos humanos do instituto e a exigência das regras que teve de aplicar.</p>
<p>Constância é apontada pelo autarca como exemplo das dificuldades encontradas. O município chegou a lançar quatro ou cinco vezes um concurso para a construção de cerca de 15 ou 16 fogos, sem conseguir atrair concorrentes.</p>
<p>O resultado é que, nesta fase, serão concluídos apenas três fogos de habitação a custos acessíveis através da intervenção em curso.</p>
<p>A autarquia tem, porém, outros projetos preparados. Segundo o presidente da Câmara, existem condições técnicas para avançar com entre 25 e 26 novos fogos, aguardando apenas que surja uma linha de financiamento nacional que permita lançar as respetivas empreitadas.</p>
<p>A necessidade de habitação pública mantém-se apesar do investimento privado que está a surgir no concelho. O presidente da Câmara destaca a criação de nova oferta em Constância e perspetivas de novos fogos em Montalvo, mas alerta que os preços praticados pelo mercado privado não são acessíveis a todas as famílias, nomeadamente à classe média.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Sergio_Oliveira_PRR.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Sérgio Oliveira, presidente CM Constância</strong></span></p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_sergio_oliveiraasas_6a992ebd68098.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) foi o instrumento através do qual Portugal aplicou fundos provenientes do Mecanismo de Recuperação e Resiliência da União Europeia, criado na sequência da pandemia de Covid-19.</p>
<p>O PRR português foi aprovado pela Comissão Europeia em junho de 2021 e recebeu a aprovação definitiva do Conselho da União Europeia em julho do mesmo ano.</p>
<p>O programa permitiu financiar reformas e investimentos em áreas como habitação, saúde, educação, respostas sociais, apoio às empresas, transição climática e transformação digital, envolvendo a Administração Central, municípios, empresas e outras entidades.</p>
<p>A execução dos investimentos do PRR tinha como horizonte 31 de agosto de 2026, deixando agora algumas intervenções em situação de conclusão após esse prazo, como acontece em Constância com a Loja do Cidadão e os três fogos de habitação a custos acessíveis.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Museu Ferroviário cruza música de câmara e locomotivas nos 170 anos do caminho de ferro</title>
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         <description><![CDATA[ Museu Ferroviário cruza música de câmara e locomotivas nos 170 anos do caminho de ferro ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  10:37:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Museu Ferroviário cruza música de câmara e locomotivas nos 170 anos do caminho de ferro</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, inicia no sábado um ciclo de concertos de música de câmara em espaços da coleção, que culminará com a estreia de uma obra criada para os 170 anos do caminho de ferro.</p>
<p class="text-paragraph">Intitulado “Música no Museu”, o ciclo decorre entre setembro e novembro e pretende cruzar a música de câmara com o património industrial e histórico ferroviário, integrando-se nas comemorações dos 170 anos do caminho-de-ferro em Portugal.</p>
<p class="text-paragraph">Os concertos realizam-se em vários sábados, sempre às 15:30, têm uma duração aproximada de 50 minutos e ocupam diferentes espaços e salas do Museu Nacional Ferroviário (MNF), no Entroncamento, distrito de Santarém, procurando estabelecer uma relação entre cada programa musical e o património exposto.</p>
<p class="text-paragraph">O ciclo começa no sábado, 05 de setembro, com “Arcos em Duelo”, no Armazém de Víveres, juntando a violinista Carolina Costa e o contrabaixista Francisco Viana num programa que cruza obras do compositor português Carlos Seixas com tangos do argentino Astor Piazzolla. O espetáculo terá uma segunda apresentação em 07 de novembro.</p>
<p class="text-paragraph">Segue-se, em 12 de setembro, “Gaitas e Folias”, com Pedro Santos, no acordeão, e Paulo Gaspar, no clarinete, numa proposta que percorre géneros como ‘jazz’, música clássica, tango e sonoridades contemporâneas. Este concerto regressa ao Armazém de Víveres em 24 de outubro.</p>
<p class="text-paragraph">A Sala do Comboio Real recebe, em 19 de setembro e em 17 de outubro, “Canto da Terra”, dedicado a tradições musicais de diferentes geografias, entre as quais Irlanda e Brasil, com a mezzo-soprano Juliana Mauger e Brian MacKay, maestro e diretor do Festival ZêzereArts, ao teclado.</p>
<p class="text-paragraph">Já em 10 de outubro, a Rotunda das Locomotivas acolhe “E Tudo o Vento Levou”, uma proposta dedicada à música para metais que terá como cenário a locomotiva CP 553.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o MNF, os espaços foram escolhidos de acordo com a “identidade artística de cada programa”, procurando permitir ao público redescobrir a coleção ferroviária através de uma nova perspetiva acústica e estética.</p>
<p class="text-paragraph">O ciclo culminará com a estreia de uma composição inédita criada para assinalar a viagem inaugural do caminho-de-ferro em Portugal e inspirada em textos de diferentes épocas, perspetivas e memórias relacionadas com o universo ferroviário e o conceito de progresso.</p>
<p class="text-paragraph">A iniciativa é promovida pelo Museu Nacional Ferroviário em parceria com a Musicamera Produções, estrutura artística financiada pela Direção-Geral das Artes e dedicada à criação, difusão e promoção da música de câmara e da cultura de proximidade.</p>
<p class="text-paragraph">A primeira viagem de comboio em Portugal realizou-se em 28 de outubro de 1856, entre Lisboa e o Carregado, assinalando-se este ano os 170 anos da inauguração do caminho-de-ferro no país.</p>
<p class="text-paragraph">A entrada nos espetáculos está incluída no bilhete normal de acesso ao museu, sem custos adicionais.</p>
<p class="text-paragraph">Mais informações sobre o ciclo estão disponíveis na página do Museu Nacional Ferroviário na Internet.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>GNR detém cerca de 280 condutores por semana com taxa de álcool considerada crime</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_117764402_3209916989105998_6928080037731113113_n_6a992f4aaa5fa.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ GNR detém cerca de 280 condutores por semana com taxa de álcool considerada crime ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  10:27:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>GNR detém cerca de 280 condutores por semana com taxa de álcool considerada crime</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Todas as semanas a Guarda Nacional Republicana (GNR) interceta cerca de 280 condutores com taxas de alcoolemia consideradas crime, num total acumulado de 8.438 detenções entre 01 de janeiro e 31 de julho.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a Guarda informa ter registado nos sete primeiros meses do ano 8.856 crimes relacionados com taxas de alcoolemia.</p>
<p class="text-paragraph">“A diferença registada entre o volume global de crimes e o total de detenções deve-se aos casos em que a medição da taxa de álcool exigiu colheita de sangue em meio hospitalar, cujo resultado laboratorial é conhecido posteriormente, determinando a respetiva constituição de arguido”, refere a GNR.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a Guarda, a média mensal de crimes de condução em estado de embriaguez é de 1.265 e a faixa etária mais atingida é a população adulta entre os 31 e os 64 anos.</p>
<p class="text-paragraph">A faixa etária dos 51 aos 64 anos contabiliza 2.450 detenções, seguida pelos condutores com idades entre os 41 e os 50 anos (2.167 detidos), dos 31 aos 40 anos (1.850) e dos 25 aos 30 anos (1.266 registos), situando-se os jovens entre os 18 e os 20 anos e os condutores seniores em valores substancialmente mais reduzidos.</p>
<p class="text-paragraph">Os dados da GNR indicam que o risco agrava-se aos fins de semana, com um pico crítico no período da madrugada, entre as 00:00 e as 06:00, frequentemente associado a deslocações em contextos de lazer e diversão noturna.</p>
<p class="text-paragraph">Os distritos do Porto, Setúbal, Aveiro e Faro destacam-se com o maior volume de crimes e detenções efetuadas.</p>
<p class="text-paragraph">A GNR volta a alertar que o “consumo de bebidas alcoólicas reduz drasticamente o tempo de reação, limita o campo visual e diminui a capacidade de decisão, transformando o veículo numa ameaça real para o próprio condutor, para os passageiros e para todos os que partilham a estrada”.</p>
<p class="text-paragraph">Em Portugal, conduzir com uma Taxa de Álcool no Sangue igual ou superior a 1,20 g/l constitui crime rodoviário punível com pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias, com inibição do direito de conduzir.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado</title>
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         <description><![CDATA[ Catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  9:28:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/sociedade/catorze-distritos-do-continente-com-aviso-amarelo-ate-sabado</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) estendeu hoje o aviso amarelo de tempo quente até sábado e alargou-o de 11 para 14 distritos.</p>
<p class="text-paragraph">Os distritos de Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Faro, Vila Real, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Coimbra e Portalegre estão sob aviso amarelo entre as 10:00 de hoje e as 19:00 de sábado.</p>
<p class="text-paragraph">O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</p>
<p class="text-paragraph">Por causa do calor, o IPMA colocou em perigo máximo de incêndio rural os concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda), Sardoal, Mação (Santarém), Nisa, Gavião (Portalegre), Monchique, Portimão, Silves, Loulé, Tavira e São Brás de Alportel (Faro).</p>
<p class="text-paragraph">Cerca de 90 concelhos de Bragança, Guarda, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro enfrentam um perigo muito elevado de perigo de incêndio.</p>
<p class="text-paragraph">O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, neblina ou nevoeiro em alguns locais do litoral Norte e Centro, vento fraco, poeiras em suspensão e subida de temperatura.</p>
<p class="text-paragraph">As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 14 graus Celsius (Bragança, Braga e Leiria) e os 24 (Portalegre) e as máximas entre os 27 (Aveiro) e os 43 (Setúbal e Évora).</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Folclore e Festival ao Alto animam Abrantes durante três dias</title>
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         <description><![CDATA[ Folclore e Festival ao Alto animam Abrantes durante três dias ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Thu, 03 Sep 2026  9:14:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/folclore-e-festival-ao-alto-animam-abrantes-durante-tres-dias</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Folclore e Festival ao Alto animam Abrantes durante três dias</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Abrantes recebe, entre esta quinta-feira e sábado, três dias de programação cultural, começando com o Festival Internacional de Folclore, na Praça Barão da Batalha, e prosseguindo com mais uma edição do Festival ao Alto, no Jardim do Alto de Santo António.</p>
<p>O Festival Internacional de Folclore realiza-se esta quinta-feira, 3 de setembro, a partir das 21h30, reunindo grupos da Costa Rica, Grécia, Itália, Lituânia e Brasil, além do Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos, responsável pela organização.</p>
<p>Em declarações à Antena Livre, Luís Filipe Dias, vereador da Câmara de Abrantes com o pelouro da Cultura, destacou a diversidade cultural presente no evento.</p>
<p>“A cultura não tem língua. Tem ritmo, tem cor, tem harmonia e muita conciliação entre todos”, afirmou, considerando que o folclore e a cultura tradicional podem contribuir para unir os povos.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_rancjsos_2_6a992b5297228.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>O autarca salientou que a passagem dos grupos internacionais por Abrantes não se limita às atuações na Praça Barão da Batalha. As comitivas chegam mais cedo, percorrem a cidade e visitam alguns dos equipamentos culturais, levando música e cor a diferentes espaços.</p>
<p>“Os grupos vão fluindo pela cidade, visitando os nossos equipamentos culturais e espalhando cor pelas nossas ruas. Depois, encontramo-nos todos à noite na Praça Barão da Batalha”, explicou.</p>
<p>Para Luís Filipe Dias, o festival permite divulgar os usos, costumes, músicas e danças dos diferentes países, ao mesmo tempo que promove Abrantes e a localidade de Casais de Revelhos.</p>
<p>“Quando um grupo visita outro território, dá a conhecer o melhor do seu país. Aquilo que queremos fazer é também mostrar o que de melhor Abrantes e Casais de Revelhos têm”, acrescentou.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_fifjdjdjdjd_6a992b5996b25.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>A iniciativa conta com o apoio do Festival Internacional de Folclore Celestino Graça, que possibilita a deslocação e a partilha dos grupos estrangeiros, bem como da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Abrantes e Alferrarede.</p>
<p>O Município atribuiu ao Rancho Folclórico e Etnográfico de Casais de Revelhos um apoio financeiro de 4.500 euros, acrescido de apoio logístico, para a organização do evento, que deverá reunir cerca de uma centena de participantes. A entrada é livre.</p>
<p><strong>Festival ao Alto assinala despedida do verão</strong></p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_d_2_6a992b61c492b.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>A programação prossegue na sexta-feira e no sábado, dias 4 e 5 de setembro, com o Festival ao Alto, no Jardim do Alto de Santo António.</p>
<p>Bia Caboz e os NAPA são os cabeças de cartaz desta edição. Na sexta-feira atuam Ivo Ramad, Bia Caboz e Mamma Mia. No sábado sobem ao palco Gabriel, os NAPA e Joana Perez com MC Sara Sá.</p>
<p>O vereador Luís Filipe Dias, que tutela também o pelouro da Juventude, apresenta o Festival ao Alto como um evento dirigido a diferentes gerações e pensado para assinalar o final do verão e o regresso das famílias às rotinas.</p>
<p>“É um grande evento cultural, para todas as idades. Se as Festas de Abril assinalam o início do verão, o Festival ao Alto é também uma despedida do verão, o início de mais um ano escolar e o regresso das famílias às suas rotinas”, explicou.</p>
<p>O autarca considera que o evento “vem abrilhantar o mês de setembro” e complementa o Festival Internacional de Folclore, formando “um fim de semana de grande efervescência cultural”.</p>
<p>“O cartaz é pensado para as famílias, é descontraído, envolve todos os públicos e tem muita dinâmica ao longo dos dois dias”, acrescentou.</p>
<p>O Festival ao Alto não ficará limitado aos espetáculos no palco instalado nas antigas escadarias das piscinas municipais. A programação estende-se por todo o recinto, entre a rotunda do Edifício Pirâmide e a Rotunda da Família.</p>
<p>A edição deste ano volta a integrar as “Cenas ao Alto”, com animação itinerante assegurada por personagens e artistas como os Homens de Espelhos, o Palhaço Karaoke e a Palhaça Glitter.</p>
<p>O recinto contará também com comida de rua e outras atividades destinadas a criar movimento em vários pontos do Jardim do Alto de Santo António.</p>
<p>“Há muita animação e muita itinerância cultural ao longo do fim de semana. As escadarias das antigas piscinas são a zona do palco principal, mas, ao longo de todo o recinto, haverá sempre muita coisa a acontecer”, afirmou Luís Filipe Dias.</p>
<p>O vereador sublinhou a ligação afetiva dos abrantinos ao Alto de Santo António, classificando-o como um espaço “muito querido” e “muito romântico”, localizado no centro histórico.</p>
<p>“É um pulmão da cidade e foi reabilitado também com o pressuposto de poder acolher este tipo de encontros”, referiu.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/festival ao alto.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Luís Filipe Dias, vereador CM Abrantes</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Entre as novidades desta edição encontra-se o torneio “Ténis ao Alto”, promovido pelo Clube de Ténis de Abrantes e associado à vertente solidária do festival.</p>
<p>Luís Filipe Dias saudou a participação do clube, lembrando que a associação tem colaborado com o evento e contribuído também para melhorar a iluminação da zona envolvente.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_festival_ao_alto_jdjd_6a992b6ab11b3.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>Com esta programação, o Município procura transformar o centro histórico de Abrantes num ponto de encontro entre famílias, jovens e visitantes durante três dias: primeiro através das tradições e culturas do mundo e, depois, com música contemporânea, animação de rua, gastronomia e desporto.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Ecomercado regressa ao Mercado Municipal</title>
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         <description><![CDATA[ Ecomercado regressa ao Mercado Municipal ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  11:24:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/ecomercado-regressa-ao-mercado-municipal</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Ecomercado regressa ao Mercado Municipal</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm6">O Ecomercado, Mercado Sustentável do concelho da Sertã, regressa no próximo dia 5 de setembro, sábado, ao Mercado Municipal da Sertã. Este mercado, que se realiza das 9 às 17 horas, reúne produtores locais e particulares, proporcionando um espaço para a compra e venda de produtos endógenos, produtos hortofrutícolas diretamente do produtor e ainda artigos em segunda mão, “num espaço de encontro, comércio e proximidade”.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Promovido pelo Município da Sertã, esta iniciativa “pretende aproximar produtores e consumidores, valorizar os recursos e a produção local e, simultaneamente, incentivar práticas de consumo mais conscientes. A reutilização de bens e a circulação de produtos que ainda podem ter uma segunda vida são também formas de promover a economia circular, reduzindo o desperdício e contribuindo para um território mais sustentável”.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">A participação enquanto vendedor é gratuita, sendo as inscrições realizadas até à quinta-feira que antecede cada edição, através do formulário online disponível em </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cm-serta.pt" target="_blank"><span class="tm6">www.cm-serta.pt</span></a></span><span>.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Após esta edição, o Ecomercado tem data marcada para os dias 3 de outubro, 7 de novembro e 5 de dezembro. </span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Calor extremo leva ULS Médio Tejo a acionar alerta laranja de saúde pública</title>
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         <description><![CDATA[ Calor extremo leva ULS Médio Tejo a acionar alerta laranja de saúde pública ]]></description>
         <category>Saúde</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  10:38:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Calor extremo leva ULS Médio Tejo a acionar alerta laranja de saúde pública</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULS Médio Tejo) acionou, através da Unidade de Saúde Pública, o alerta laranja de saúde pública devido à previsão de temperaturas extremamente elevadas nos próximos dias. Os termómetros deverão ultrapassar os 38 graus na região.</p>
<p>A ULS Médio Tejo alerta para os riscos associados ao episódio de calor extremo, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis, como idosos, em particular os que vivem sozinhos ou em locais isolados, bebés e crianças pequenas, pessoas com doenças crónicas, população acamada ou dependente e trabalhadores com atividade no exterior.</p>
<p>A exposição prolongada a temperaturas muito elevadas pode provocar desidratação e exaustão pelo calor, além de poder contribuir para a descompensação de doenças crónicas, nomeadamente diabetes, hipertensão e insuficiência renal ou respiratória.</p>
<p>A Unidade Local de Saúde chama particularmente a atenção para os idosos em situação de isolamento ou sem uma rede familiar próxima.</p>
<p>A instituição apela, por isso, à colaboração da comunidade, pedindo que familiares, vizinhos e conhecidos estejam atentos às pessoas mais vulneráveis e sinalizem situações de isolamento às autoridades locais ou através da Linha SNS 24 – 808 24 24 24, permitindo uma intervenção preventiva.</p>
<p>Perante a previsão de temperaturas superiores a 38 graus, a ULS Médio Tejo deixa várias recomendações à população:</p>
<p>Evitar a exposição direta ao sol entre as 11h00 e as 17h00;</p>
<p>beber água ou sumos naturais sem açúcar regularmente, mesmo sem sentir sede;</p>
<p>manter os medicamentos a temperaturas inferiores a 25 graus, recorrendo ao frigorífico quando necessário;</p>
<p>evitar esforços físicos e deslocações desnecessárias;</p>
<p>garantir que os idosos permanecem, sempre que possível, em locais frescos e acompanhados;</p>
<p>os trabalhadores ao ar livre devem realizar pausas frequentes, procurar locais com sombra e reforçar a proteção solar;</p>
<p>quem participe em eventos ao ar livre deve manter uma hidratação regular e procurar zonas frescas sempre que possível.</p>
<p>A ULS Médio Tejo reforça que os cuidados devem ser mantidos durante todo o período de temperaturas elevadas, com especial atenção às pessoas mais vulneráveis aos efeitos do calor.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Câmara prepara utilização da antiga Zona Agrária (c/áudio)</title>
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         <description><![CDATA[ Câmara prepara utilização da antiga Zona Agrária (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  10:32:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/camara-prepara-utilizacao-da-antiga-zona-agraria-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Câmara prepara utilização da antiga Zona Agrária (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Câmara de Mação está a preparar a utilização das instalações da antiga Zona Agrária, também conhecida como antiga DRABI, depois de ter recebido a chave do edifício, embora permaneçam dúvidas sobre a formalização da transferência do imóvel pelo Estado.</p>
<p>A situação foi levantada pela vereadora do PSD Margarida Lopes, na última reunião do executivo municipal. A eleita questionou o presidente da Câmara sobre a retirada de mobiliário e de outras estruturas existentes no edifício, bem como sobre a forma como o Município obteve acesso às instalações.</p>
<p>Margarida Lopes recordou que as chaves estariam na posse da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional e que, numa fase anterior, não se sabia onde se encontravam. A vereadora pediu ainda esclarecimentos sobre o modelo de ocupação do espaço e sobre a possibilidade de serem ali instalados serviços municipais.</p>
<p class="tm6"><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Margarida Lopes sobre zona agrária.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio> </p>
<p class="tm6"><span style="font-size: small;"><strong><span class="tm7">Margarida Lopes, vereadora PSD CM Mação</span></strong></span></p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260827_173838_6a97ecf9b967e.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Na resposta, o presidente da Câmara, José Fernando Martins, confirmou que a chave foi entregue ao Município e que os serviços municipais já entraram nas instalações.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">“A partir do momento em que nos é entregue a chave e constando o imóvel do despacho, entendemos que temos condições para o poder utilizar”, afirmou o autarca.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">José Fernando Martins reconheceu, contudo, que existem situações “muito difusas e muito obscuras” relativamente ao património do Estado existente no concelho, nomeadamente a antiga Repartição de Finanças, a Tesouraria, a Zona Agrária e as antigas casas de função dos magistrados.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Segundo o presidente, estes imóveis constavam do processo de transferência de competências para o Município, mas terão ocorrido alterações posteriores que a Câmara ainda procura esclarecer.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O autarca referiu particularmente as antigas casas de função dos juízes, que apareciam inicialmente no despacho de transferência, mas terão deixado de constar de documentação posterior.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">“O IHRU terá feito qualquer coisa e andamos à procura disso, porque, se constam do despacho da transferência de competências para o concelho de Mação, aquilo que diz a lei é que o património haveria de reverter a favor do Município”, declarou.</span></p>
<p class="tm6"><span style="font-size: 0.875rem;">Relativamente à antiga Zona Agrária, José Fernando Martins afirmou que o Município já questionou várias vezes a ESTAMO, entidade responsável pela gestão de parte do património imobiliário público, sem ter recebido resposta.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Apesar da ausência desse esclarecimento formal, a entrega da chave foi interpretada pela autarquia como uma autorização para entrar e utilizar o imóvel.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">“Já questionámos a ESTAMO várias vezes sobre as instalações da Zona Agrária e nunca nos respondem, mas, a partir do momento em que nos enviam a chave, entendemos que é uma autorização para podermos entrar”, sustentou.</span></p>
<p class="tm6"><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/joseFernando_Martins_zona agraria.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p class="tm6"><span style="font-size: small;"><strong><span class="tm7">José Fernando Martins, presidente CM Mação</span></strong></span></p>
<p class="tm6"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260827_173853_6a97ed0aa094c.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">A legislação aplicável, porém, não identifica a simples entrega de uma chave como título autónomo de transferência. O Decreto-Lei n.º 106/2018 estabelece que a transferência da gestão de um imóvel público sem utilização depende de uma comunicação prévia do Município, de homologação governamental e da celebração de um acordo com a entidade proprietária ou responsável pelo imóvel.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O acordo deve definir a finalidade, o prazo e as condições de utilização. A transferência pode limitar-se à gestão, permanecendo a propriedade na esfera do Estado.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">A Câmara está a analisar a possibilidade de instalar no edifício alguns serviços municipais durante a futura intervenção de remodelação dos Paços do Concelho.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">José Fernando Martins explicou que uma parte dos serviços poderá ser transferida provisoriamente para as instalações do CENFIC, mas considera que determinados setores devem permanecer no centro da vila.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Entre os serviços que poderão funcionar na antiga Zona Agrária está o Serviço de Obras da Câmara.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">“Há serviços principais, nomeadamente o Serviço de Obras, que devem ficar dentro da vila, e esta pode ser uma hipótese. São essas alternativas que andamos a ver”, explicou.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O presidente não indicou uma data para a mudança nem esclareceu se será necessário realizar obras de adaptação no edifício antes da instalação dos trabalhadores.</span></p>
<p class="tm6"><strong><span class="tm8">Estado identificou seis frações devolutas no mesmo endereço</span></strong></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O inventário oficial publicado em 2022 identifica seis frações sem utilização na Rua Monsenhor Álvares de Moura, n.º 1, em Mação.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Duas são descritas como armazéns pertencentes ao Estado e sob responsabilidade da Direção-Geral do Tesouro e Finanças:</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">um espaço no rés-do-chão esquerdo, com 100 metros quadrados e logradouro;</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">um espaço no rés-do-chão direito, com 225 metros quadrados e um logradouro de 158 metros quadrados.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">No mesmo endereço encontram-se quatro frações identificadas como “Casa Magist. Mação”, sob responsabilidade do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça. Correspondem a dois apartamentos no segundo andar e dois no terceiro, anteriormente utilizados como casas de função de magistrados.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O inventário regista ainda outro espaço estatal em Mação: uma fração destinada a serviços, no rés-do-chão direito de um edifício situado na Rua Tenente-Coronel Francisco Pedro Curado, lote B, que poderá ser esta “loja” onde funcionou até 2010 a Zona Agrária.</span></p>
<p class="tm6"><strong><span class="tm7">Antiga Escola Secundária também causa constrangimentos</span></strong></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O presidente da Câmara apontou ainda o caso da antiga Escola Secundária de Mação como exemplo das dificuldades existentes na gestão do património estatal.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Segundo José Fernando Martins, o edifício não foi incluído no despacho por não estar formalmente devoluto. No entanto, o Município suporta atualmente os encargos com a eletricidade.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">A situação está também a condicionar o projeto de ampliação da Escola Básica e do Jardim de Infância de Mação. O novo bloco, que terá financiamento assegurado, está previsto para um terreno pertencente ao Estado e integrado na antiga escola.</span></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Tomar e Mação recebem equipamentos Starlink para comunicações de emergência</title>
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         <description><![CDATA[ Tomar e Mação recebem equipamentos Starlink para comunicações de emergência ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  10:07:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/tomar-e-macao-recebem-equipamentos-starlink-para-comunicacoes-de-emergencia</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Tomar e Mação recebem equipamentos Starlink para comunicações de emergência</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Os municípios de Tomar e Mação vão receber equipamentos Starlink para assegurar comunicações por satélite em situações de emergência, no âmbito do programa governamental criado após as falhas evidenciadas pelas tempestades do início do ano.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara de Tomar, Tiago Carrão (PSD), disse que os equipamentos deverão chegar “nos próximos dias” à Câmara e às juntas de freguesia daquele concelho do distrito de Santarém.</p>
<p class="text-paragraph">“Nos próximos dias, as juntas de freguesia e a Câmara Municipal vão receber equipamentos Starlink para comunicações por satélite no âmbito do PTRR [Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência]”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">O autarca disse que aguarda também a chegada de outros equipamentos anunciados pelo Governo, nomeadamente geradores, considerados essenciais para garantir o funcionamento das comunicações perante uma falha prolongada no fornecimento de energia.</p>
<p class="text-paragraph">“Ficamos a aguardar a chegada de mais alguns equipamentos anunciados neste contexto, como é o caso dos geradores, imprescindíveis para o funcionamento das comunicações em caso de emergência”, declarou.</p>
<p class="text-paragraph">Caso estes equipamentos não sejam disponibilizados, acrescentou, “o município está preparado para avançar com esse investimento para dotar as juntas de freguesia” de geradores.</p>
<p class="text-paragraph">A atribuição dos equipamentos Starlink a Tomar tinha sido anunciada por Tiago Carrão numa reunião do executivo municipal, na qual o autarca recordou as dificuldades sentidas após a passagem da tempestade Kristin, no final de janeiro, considerando as falhas nas comunicações uma das situações mais preocupantes durante a resposta à emergência.</p>
<p class="text-paragraph">Também o município de Mação recebeu indicação de que será abrangido pela distribuição dos equipamentos de comunicação por satélite, segundo informação transmitida pelo vice-presidente da Câmara, Pedro Fernandes (PS), na última reunião do executivo.</p>
<p class="text-paragraph">O autarca afirmou, contudo, não dispor ainda de informação sobre o número de equipamentos destinados ao concelho.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o vice-presidente, existia a indicação de que a instalação poderia ocorrer durante esta semana, embora, à data da reunião, o município não tivesse ainda confirmação do calendário.</p>
<p class="text-paragraph">A distribuição dos equipamentos integra o programa “Freguesias Ligadas”, uma das medidas do Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR), apresentado pelo Governo na sequência das tempestades que atingiram o país no início do ano e evidenciaram vulnerabilidades nas redes de energia e telecomunicações.</p>
<p class="text-paragraph">O programa prevê um investimento de 46 milhões de euros para dotar todas as juntas de freguesia de meios redundantes de comunicação em situações de falha das infraestruturas terrestres.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o PTRR, cada uma das 3.258 juntas de freguesia do país deverá receber um telefone SIRESP, um telefone-satélite e uma ligação de dados Starlink.</p>
<p class="text-paragraph">A medida inclui a aquisição, distribuição, ativação e configuração dos equipamentos e formação básica das equipas locais para manter contacto com as autoridades e estruturas operacionais em situações de emergência.</p>
<p class="text-paragraph">O Governo tinha anunciado, em fevereiro, nas linhas gerais do PTRR, a intenção de garantir igualmente que todas as juntas de freguesia dispusessem de gerador, comunicações móveis e ponto ‘wifi’.</p>
<p class="text-paragraph">O reforço das comunicações surgiu após as dificuldades provocadas pelas tempestades do início do ano, em particular a Kristin, que atingiu Portugal continental em 28 de janeiro e causou danos nas redes elétricas e de telecomunicações.</p>
<p class="text-paragraph">A utilização de sistemas Starlink foi então uma das soluções de emergência mobilizadas, tendo as Forças Armadas instalado, por exemplo, quatro módulos de internet por satélite em freguesias de Figueiró dos Vinhos para apoiar as comunicações e o comando e controlo das operações.</p>
<p>Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Jazz junta três projetos em três dias de concertos com entrada livre</title>
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         <description><![CDATA[ Jazz junta três projetos em três dias de concertos com entrada livre ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  10:03:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/jazz-junta-tres-projetos-em-tres-dias-de-concertos-com-entrada-livre</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Jazz junta três projetos em três dias de concertos com entrada livre</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha recebe, de sexta-feira a domingo, mais uma edição do Barquinha Jazz, com três concertos que percorrem diferentes linguagens do jazz contemporâneo e da música improvisada, anunciou hoje o município.</p>
<p class="text-paragraph">Promovido pela Câmara Municipal em parceria com o Clube de Instrução e Recreio Extuna, o festival, que teve a primeira edição em 2000, arranca na sexta-feira, às 21:30, com The Motion Lab, projeto que a organização destaca pela abordagem ao jazz contemporâneo e exploração de novas sonoridades.</p>
<p class="text-paragraph">No sábado, também às 21:30, atua o Isabel Rato Quinteto, que apresenta “10 Anos”, espetáculo comemorativo de uma década de carreira discográfica da pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa.</p>
<p class="text-paragraph">O concerto percorre temas dos quatro álbuns de originais de Isabel Rato, num repertório que cruza o jazz com a música erudita, a tradição portuguesa e as canções associadas à Revolução de Abril.</p>
<p class="text-paragraph">A pianista iniciou a discografia em nome próprio em 2016, com “Para Além da Curva da Estrada”, seguindo-se “Histórias do Céu e da Terra”, em 2019, “Luz”, em 2022, e “Vale das Flores”, editado em 2024.</p>
<p class="text-paragraph">Este último trabalho, dedicado à música portuguesa e à liberdade, revisita, entre outros, repertório de José Afonso e Sérgio Godinho e contou com participações de Ana Bacalhau, Cuca Roseta e da guitarrista Marta Pereira da Costa.</p>
<p class="text-paragraph">O Barquinha Jazz termina no domingo, às 18:00, com a Pompadelic Swing Orchestra, formação inspirada no universo do guitarrista Django Reinhardt e na tradição do ‘jazz manouche’.</p>
<p class="text-paragraph">Com a guitarra em destaque, o projeto combina a técnica rítmica conhecida como ‘la pompe’ com a improvisação e vai apresentar em Vila Nova da Barquinha temas do primeiro álbum, “Pompedology”.</p>
<p class="text-paragraph"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_programa_barquinha_jazz_6a96dd3a588a7.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p class="text-paragraph">Segundo a Câmara da Barquinha, no distrito de Santarém, a programação pretende percorrer diferentes expressões do jazz, “desde as novas tendências da fusão e improvisação ao jazz de inspiração portuguesa e ao ‘swing manouche’”, mantendo a aposta na divulgação da música ao vivo.</p>
<p class="text-paragraph">Na edição de 2025, o festival recebeu Quintessência, The Tahina Rahary Malagasy Roots e Leandro Tuche, igualmente num programa de três dias no Centro Cultural.</p>
<p class="text-paragraph">Os três concertos do Barquinha Jazz 2026 têm entrada livre, mediante reserva.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>ULS da Lezíria instala primeira sala modular da Península Ibérica para preparação de medicamentos oncológicos</title>
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         <description><![CDATA[ ULS da Lezíria instala primeira sala modular da Península Ibérica para preparação de medicamentos oncológicos ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  9:39:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/regiao/uls-da-leziria-instala-primeira-sala-modular-da-peninsula-iberica-para-preparacao-de-medicamentos-oncologicos</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>ULS da Lezíria instala primeira sala modular da Península Ibérica para preparação de medicamentos oncológicos</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Unidade Local de Saúde (ULS) da Lezíria recebeu a primeira sala modular instalada na Península Ibérica para preparação de medicamentos citotóxicos utilizados em tratamentos oncológicos, num investimento de cerca de 600 mil euros.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a ULS da Lezíria adianta que a nova estrutura, desenvolvida pela empresa Grifols Engineering, foi entregue na segunda-feira e ficará instalada junto aos Serviços Farmacêuticos do Hospital Distrital de Santarém.</p>
<p class="text-paragraph">A operação de transporte e instalação obrigou à redução temporária de lugares de estacionamento no hospital, por razões de segurança, tendo os módulos sido transportados em camiões especializados e colocados no local através de uma grua.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a ULS, a nova sala permitirá aumentar a "capacidade e melhorar as condições de preparação de medicamentos citotóxicos utilizados em tratamentos oncológicos", depois de um período de quase três anos em que a instituição recorreu diariamente ao Hospital de Torres Novas, da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo, para assegurar esse serviço.</p>
<p class="text-paragraph">Citado no comunicado, o diretor do Serviço Farmacêutico da ULS da Lezíria, João Cotrim, sublinha que se trata da "primeira Sala Modular Misterium instalada na Península Ibérica", classificando o projeto como "pioneiro e diferenciador no contexto hospitalar".</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o responsável, a entrada em funcionamento da estrutura permitirá antecipar tratamentos oncológicos atualmente condicionados pela disponibilidade das instalações existentes, "aumentando a capacidade de resposta e possibilitando o tratamento de um maior número de doentes"</p>
<p class="text-paragraph">Também citado na nota, o presidente do conselho de administração da ULS da Lezíria, Pedro Marques, afirma que o investimento resulta de uma parceria com o setor privado para responder a uma necessidade identificada há quase duas décadas.</p>
<p class="text-paragraph">"Todos devemos orientar a nossa atuação, em todos os momentos, no sentido da satisfação das necessidades dos utentes e também de modo a criar condições ótimas para que os profissionais possam exercer a sua atividade com segurança, qualidade e efetividade. Com este investimento todos ganham", refere.</p>
<p class="text-paragraph">A ULS destaca ainda que a nova instalação permitirá aumentar a autonomia na preparação de medicamentos citotóxicos, reduzindo deslocações, custos de transporte e consumo de horas de trabalho dos profissionais envolvidos.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a unidade de saúde, a concentração da preparação e administração de determinados tratamentos em dias específicos possibilitará uma "gestão mais eficiente dos recursos técnicos e dos medicamentos disponíveis", contribuindo para diminuir o desperdício resultante de tratamentos programados que acabam por não se realizar.</p>
<p class="text-paragraph">A ULS da Lezíria acrescenta ainda que o projeto se insere na estratégia de modernização das infraestruturas e de reforço da eficiência, autonomia e qualidade dos cuidados de saúde prestados na região.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Abrantes nos municípios com mais área reservada para acelerar projetos solares e eólicos</title>
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         <description><![CDATA[ Abrantes nos municípios com mais área reservada para acelerar projetos solares e eólicos ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2026  9:18:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/abrantes-nos-municipios-com-mais-area-reservada-para-acelerar-projetos-solares-e-eolicos</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Abrantes nos municípios com mais área reservada para acelerar projetos solares e eólicos</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Governo aprovou o Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis, identificando áreas consideradas adequadas para centrais solares fotovoltaicas e parques eólicos:</p>
<p>Abrantes: 7.031,87 hectares para solar, equivalentes a 9,84% do concelho, e 3.543,23 hectares para eólica, correspondentes a 4,96%;</p>
<p>Mação: 476,01 hectares para solar e 38,57 hectares para eólica;</p>
<p>Sardoal: 514,27 hectares para solar, cerca de 5,58% do território;</p>
<p>Vila Nova da Barquinha: 707,69 hectares para solar, correspondentes a 14,29% do concelho.</p>
<p>Vila Nova da Barquinha surge entre os municípios portugueses com maior proporção do território classificada como potencial zona de aceleração solar. Constância e Vila de Rei não aparecem no quadro das áreas municipais com expressão territorial superior a cinco hectares.</p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Os autarcas da região contactados pela Antena Livre não comentaram o plano ou os valores neçe definidos. Por um lado há dois anos para a sua implementação e, por outro, os serviços técnicos, na generalidade, estão a analisar uma poraria de dezenas de páginas. Todos salientaram, no entanto, que não há a obrigatoriedade de preencher as áreas definidas na portaria.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Manuel Mourato, presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha, mantém a mesma posição já conhecida na consulta pública. "14% que estão propostos nesta portaria não têm que obrigatoriamente, nem nunca irá acontecer, passar para o PDM", disse o autarca que explicou que o seu concelho já tem um terço do território em áreas de servidão militar, onde não é possível fazer o que quer que seja.</span></p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Maneul Mourato ZAERS.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Manuel Mourato, presidente CM Vila Nova Barquinha </strong></span></p>
<p>As áreas agora assinaladas poderão beneficiar de procedimentos ambientais, energéticos e urbanísticos simplificados, depois de serem aferidas à escala municipal e integradas nos respetivos planos diretores municipais.</p>
<p>O programa terá, por isso, impacto direto nas revisões ou alterações dos PDM e pode facilitar a instalação futura de centrais solares, parques eólicos, armazenamento de energia e respetivas ligações à rede.</p>
<p>Os municípios abrangidos devem: iniciar, quando necessário, a alteração ou revisão dos planos territoriais no prazo de 90 dias contado desde 28 de agosto de 2026; concluir e publicar a atualização no prazo máximo de 24 meses, até 28 de agosto de 2028.</p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm9">A versão definitiva do “Mapa Verde” reduz em 15,5% a área inicialmente identificada no concelho. Ainda assim, Abrantes ocupa o quarto lugar nacional na componente solar e o terceiro na eólica.</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Abrantes continua entre os municípios portugueses com maior área abrangida pelo chamado “Mapa Verde” das energias renováveis, apesar da redução introduzida na versão definitiva do Programa Setorial das Zonas de Aceleração da Implantação de Energias Renováveis (PSZAER).</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Os valores constam da <span style="color: #0000ff;"><strong><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-conselho-ministros/172-a-2026-1162354869" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">Resolução do Conselho de Ministros n.º 172-A/2026</span></a></strong></span>, publicada no Diário da República a 25 de agosto, que aprova o programa e estabelece o modelo territorial das zonas destinadas a acelerar a instalação de projetos de energia solar fotovoltaica e eólica terrestre.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Na versão definitiva, Abrantes tem 7.031,87 hectares identificados para energia solar e 3.543,23 hectares para energia eólica.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Na proposta submetida a consulta pública estavam assinalados 7.781 hectares para solar e 4.735 hectares para eólica. A comparação entre os dois documentos representa uma redução de 749,13 hectares na componente solar, equivalente a 9,6%, e de 1.191,77 hectares na eólica, ou 25,2%.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Somadas as duas componentes, a área representada no modelo nacional passou de 12.516 para 10.575,10 hectares, menos 1.940,90 hectares, o que corresponde a uma diminuição de 15,5%.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm11">Abrantes ocupa quarto lugar no solar e terceiro na eólica</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Apesar da redução, Abrantes mantém uma posição de destaque no mapa nacional.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">De acordo com a resolução do Conselho de Ministros, o concelho aparece em quarto lugar na área com aptidão para a produção solar fotovoltaica, depois de Mortágua, Castelo Branco e Sertã.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Na energia eólica terrestre, Abrantes ocupa o terceiro lugar em área absoluta, sendo ultrapassado apenas pela Chamusca e pela Covilhã.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Os 7.031,87 hectares destinados à componente solar representam 9,84% do território do concelho, enquanto os 3.543,23 hectares identificados para energia eólica correspondem a 4,96% da superfície municipal.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">A soma destas percentagens não significa, necessariamente, que 14,8% do território de Abrantes esteja abrangido, uma vez que poderão existir áreas com aptidão simultânea para as duas tecnologias.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">A redução efetuada em Abrantes foi inferior à registada no conjunto do país. Entre a proposta inicial e a versão definitiva, a área nacional para projetos solares diminuiu 58,6% e a destinada à energia eólica caiu 47,2%. Em Abrantes, as reduções ficaram pelos 9,6% e 25,2%, respetivamente.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Maiores áreas para energia solar</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_andreas_troll_solar_cells_191687_6a97db8c9e0f0.jpg" alt="" width="500" /></span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Posição              Concelho                            Área                                          Percentagem do concelho</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">1.º                            Mortágua                            9.201,65 ha                            36,63%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">2.º                            Castelo Branco                  7.651,73 ha                            5,32%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">3.º                            Sertã                                  7.601,99 ha                            17,02%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">4.º                            Abrantes                             7.031,87 ha                            9,84%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">5.º                            Proença-a-Nova                 6.328,37 ha                            16,00%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_1162354947_6a97d9c78b8d5.png" alt="" width="500" /></span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Maiores áreas para energia eólica</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_distelapparath_pinwheels_6535595_6a97dba2052fc.jpg" alt="" width="500" /></span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Posição              Concelho                            Área                                          Percentagem do concelho</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">1.º                            Chamusca                            8.998,35 ha                            12,06%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">2.º                            Covilhã                                 4.226,20 ha                            7,61%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">3.º                            Abrantes                               3.543,23 ha                            4,96%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">4.º                            Castelo Branco                     3.136,71 ha                            2,18%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">5.º                            Santiago Cacém                   2.279,75 ha                            2,15%</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6"> <img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_1162354948_6a97d9d385787.png" alt="" width="500" /></span><span style="font-size: 0.875rem;"> </span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm9">Mapa não representa autorização automática</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm6"> </span><span class="tm10">A inclusão de uma determinada área no PSZAER não significa que toda a superfície venha a ser ocupada por painéis solares ou aerogeradores, nem corresponde à aprovação automática de qualquer central.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm11">A resolução esclarece que a inclusão de uma parcela numa Zona de Aceleração de Energias Renováveis representa uma avaliação estratégica favorável, mas não altera automaticamente a classificação do solo nem afasta as servidões administrativas, restrições de utilidade pública e restantes regimes legais.</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">Cada projeto continuará sujeito à verificação das condições técnicas, ambientais e territoriais. Se forem identificados impactes ambientais negativos significativos que não tenham sido considerados na avaliação estratégica, o projeto poderá ter de realizar uma Avaliação de Impacte Ambiental.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm10">No caso das centrais solares, o procedimento simplificado previsto para estas zonas apenas pode ser aplicado a projetos cuja área ocupada por painéis não ultrapasse os 200 hectares. O programa estabelece ainda uma distância mínima de 500 metros entre diferentes projetos.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm9">Câmaras terão de integrar áreas no PDM</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">As Câmaras Municipais terão agora de aferir os limites das zonas à escala local e proceder à sua integração no Plano Diretor Municipal.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">O PSZAER determina que os municípios abrangidos integrem nos respetivos planos territoriais uma área correspondente a, pelo menos, 1% da superfície do concelho, considerada globalmente e independentemente da tecnologia.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">As autarquias podem excluir áreas consideradas incompatíveis com o modelo territorial, os usos do solo, as condicionantes ambientais, o património ou outras restrições. Essas exclusões terão, porém, de ser tecnicamente fundamentadas e sustentadas por cartografia adequada.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Os municípios dispõem de 90 dias para iniciar o procedimento de alteração ou revisão dos planos territoriais e de 24 meses para publicar essa atualização, contados a partir da entrada em vigor do PSZAER.</span></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Tomar recebe 200 mil euros para desassoreamento e limpeza do rio Nabão</title>
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         <description><![CDATA[ Tomar recebe 200 mil euros para desassoreamento e limpeza do rio Nabão ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  15:50:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Tomar recebe 200 mil euros para desassoreamento e limpeza do rio Nabão</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Câmara de Tomar vai receber 200 mil euros do Fundo Ambiental para desassoreamento do troço urbano do rio Nabão e limpeza a montante e jusante da cidade, disse hoje o presidente do município à agência Lusa.</p>
<p class="text-paragraph">O apoio faz parte dos cerca de 4,2 milhões de euros (ME) adicionais mobilizados pelo Governo para recuperar territórios afetados pelas intempéries de janeiro e fevereiro, dos quais quase 3,2 ME se destinam a intervenções em linhas de água, zonas costeiras, encostas e outros recursos hídricos de 23 municípios, e um milhão a dragagens na foz do Mondego.</p>
<p class="text-paragraph">“Dessa verba, ao município de Tomar (distrito de Santarém), vão chegar 200 mil euros que serão canalizados para esses trabalhos no rio Nabão, nomeadamente o desassoreamento na área urbana e a limpeza a montante e jusante da cidade”, afirmou Tiago Carrão (PSD).</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o autarca, “com o próximo inverno à porta, a reparação dos danos causados pelas intempéries continua a ser uma prioridade”, estando em curso “diversos procedimentos de reparação e manutenção na via pública e equipamentos municipais”.</p>
<p class="text-paragraph">As intervenções no Nabão estiveram entre as prioridades apresentadas pela Câmara numa sessão de trabalho realizada em agosto, em Tomar, com o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pimenta Machado.</p>
<p class="text-paragraph">Além da limpeza e desassoreamento do rio, foram analisadas intervenções nas comportas dos açudes da cidade e na requalificação das margens, assim como obras no açude do Sobreirinho e no açude e vala da ribeira da Sabacheira.</p>
<p class="text-paragraph">Tiago Carrão salientou, contudo, que, a par da reparação dos estragos provocados pelas intempéries, permanecem problemas “estruturais” no concelho, alguns “com vários anos”.</p>
<p class="text-paragraph">Entre estes identificou “a poluição no rio Nabão, as perdas na rede de abastecimento de água do subsistema de Mendacha” e a inclusão no Plano de Gestão dos Riscos de Inundações (PGRI) “das novas cotas de cheia”, medida que, segundo afirmou, permitirá “desbloquear um conjunto de investimentos privados e municipais”.</p>
<p class="text-paragraph">“Para os resolvermos, além do financiamento, precisamos de ter todas as entidades a puxar na mesma direção. A visita do presidente da APA (…) foi oportunidade de partilhar estes desafios e traçar estratégias para a resolução”, afirmou.</p>
<p class="text-paragraph">A qualidade da água do Nabão foi igualmente abordada, tendo o município e a empresa intermunicipal Tejo Ambiente defendido uma intervenção à escala da bacia hidrográfica que atue sobre as origens da degradação e envolva as entidades com competências de licenciamento e fiscalização.</p>
<p class="text-paragraph">A situação da albufeira de Castelo do Bode foi outro dos temas abordados, tendo a Câmara pedido à APA um reforço da fiscalização.</p>
<p class="text-paragraph">“Este foi um dos temas abordados, nomeadamente a necessidade de fiscalização, porque há aqui matérias que são de competência da APA e, portanto, lançámos esse desafio”, disse Carrão.</p>
<p class="text-paragraph">O presidente da Câmara apontou o verão de 2027 como uma oportunidade para realizar “ações de fiscalização mais assertivas”, aproveitando a descida prevista do nível da albufeira devido aos trabalhos de manutenção na barragem.</p>
<p class="text-paragraph">“Vai baixar o nível da Albufeira de Castelo do Bode pela necessidade da intervenção de manutenção na barragem. Isso vai fazer o nível de água baixar ali perto de 15 metros”, afirmou, referindo-se aos trabalhos previstos para 2027.</p>
<p class="text-paragraph">Na sessão de trabalho com a APA foram ainda abordados o Programa Especial da Albufeira de Castelo do Bode (PEACB), as praias fluviais e os acessos à água para embarcações, assim como a intenção municipal de criar mais ecocentros e a eventual participação de Tomar no Plano Nacional de Restauro da Natureza.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>GNR regista 35 detenções e 114 acidentes numa semana no distrito de Santarém</title>
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         <description><![CDATA[ GNR regista 35 detenções e 114 acidentes numa semana no distrito de Santarém ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  13:21:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>GNR regista 35 detenções e 114 acidentes numa semana no distrito de Santarém</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Comando Territorial de Santarém da GNR registou 35 detenções e 114 acidentes rodoviários no distrito, no âmbito da atividade operacional desenvolvida entre os dias 24 e 30 de agosto.</p>
<p>De acordo com o balanço semanal divulgado pela Guarda Nacional Republicana, as operações tiveram como principais objetivos a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, bem como a fiscalização de diferentes matérias de âmbito contraordenacional.</p>
<p>Das 35 detenções, a GNR destaca 17 por condução sob o efeito do álcool e nove por condução sem habilitação legal. Foram ainda detidas quatro pessoas por posse de armas proibidas e três por desobediência. Registaram-se igualmente uma detenção por resistência e coação sobre funcionário e outra por ameaças e coação.</p>
<p>Na fiscalização rodoviária, os militares do Comando Territorial de Santarém levantaram 639 autos de contraordenação.</p>
<p>Entre as infrações, destacam-se 96 por falta de inspeção periódica obrigatória, 47 por excesso de velocidade e 39 relacionadas com o acondicionamento da carga. Foram ainda registadas 35 infrações por uso indevido do telemóvel durante a condução, 32 por falta de iluminação e sinalização e 29 por falta de seguro de responsabilidade civil.</p>
<p>A GNR contabilizou também 16 infrações relacionadas com tacógrafos, outras 16 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança ou sistema de retenção e quatro por condução sob influência do álcool.</p>
<p>Durante a semana de 24 a 30 de agosto, foram registados 114 acidentes rodoviários no distrito de Santarém.</p>
<p>No âmbito da fiscalização de polícia geral, foram ainda elaborados 30 autos de contraordenação.</p>
<p>O balanço agora divulgado refere-se à totalidade da área de intervenção do Comando Territorial de Santarém da GNR e não apresenta uma distribuição dos números por concelho.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>CLDS 5G organiza sessões de Yoga do Riso</title>
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         <description><![CDATA[ CLDS 5G organiza sessões de Yoga do Riso ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  12:24:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/clds-5g-organiza-sessoes-de-yoga-do-riso</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>CLDS 5G organiza sessões de Yoga do Riso</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm5">No âmbito da Atividade 12 + Proximidade, do Eixo 3 – Promoção da Autonomia, Envelhecimento Ativo e Longevidade, que visa o desenvolvimento de atividades itinerantes, de aproximação aos territórios e locais mais isolados, o Terra.Pura Sardoal 5G irá promover quatro sessões de “Yoga do Riso” com a participação da Human Coop, CRL..</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Estas sessões serão realizadas nos dias </span><strong><span class="tm6">5, 10 e 11 de setembro</span></strong><span class="tm5">, nos seguintes locais:</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Local: Associação Cultural e Desportiva de </span><strong><span class="tm6">Valhascos</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Dia: 5 de setembro de 2026</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Horário: 10:30h às 11:30h</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Local: Centro Cultural Gil Vicente - </span><strong><span class="tm6">Sardoal</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Dia: 10 de setembro de 2026</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Horário: 10:00h às 11:00h</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Local: Junta de Freguesia de </span><strong><span class="tm6">Santiago de Montalegre</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Dia: 10 de setembro de 2026</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Horário: 15:00h às 16:00h</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Local: Junta de Freguesia de </span><strong><span class="tm6">Alcaravela</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Dia: 11 de setembro de 2026</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Horário: 10:00h às 11:00h</span></p>
<p class="Normal"><span style="font-size: 0.875rem;">O Terra.Pura Sardoal 5G é um projeto comunitário que surge com a finalidade de prevenir e combater a exclusão social, garantir a coesão social e territorial, através de políticas de inclusão social e combate à pobreza, concentrando as intervenções nos grupos populacionais que evidenciem fragilidades mais significativas e promovendo a mudança tendo em conta os fatores de vulnerabilidade. O Terra.Pura tem como Entidade Coordenadora Local de Parceria (ECLP) a Câmara Municipal de Sardoal e está sedeado na Vila de Sardoal.</span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Vila de Rei fecha programa com execução a 100% e mais de 4 milhões investidos na habitação (c/áudio)</title>
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         <description><![CDATA[ Vila de Rei fecha programa com execução a 100% e mais de 4 milhões investidos na habitação (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  12:03:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/municipio-fecha-prr-com-execucao-a-100-e-mais-de-4-milhoes-investidos-na-habitacao-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Vila de Rei fecha programa com execução a 100% e mais de 4 milhões investidos na habitação (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p><span style="font-size: 0.875rem;">O Município de Vila de Rei concluiu com uma taxa de execução de 100% os projetos a que se candidatou no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Habitação e educação concentraram alguns dos maiores investimentos, num período em que a autarquia teve também de responder aos danos provocados pela tempestade Kristin.</span></p>
<p>O balanço foi feito à Antena Livre pelo presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Paulo César Luís, que sublinha que todas as intervenções previstas ficaram concluídas dentro dos respetivos prazos.</p>
<p>“Tudo aquilo a que nos propusemos realizar, realizámos antes do término do prazo”, afirmou o autarca, recordando que, após a tempestade Kristin, tinha manifestado a convicção de que as obras de reconstrução necessárias não colocariam em causa a execução das candidaturas ao PRR.</p>
<p>Entre os projetos concretizados estão algumas das maiores intervenções realizadas no concelho, nomeadamente na habitação a custos acessíveis e na requalificação da Escola Básica e Secundária de Vila de Rei.</p>
<p>“Quando nos propomos a realizar uma obra financiada, o não aproveitarmos esta oportunidade é estarmos a não cumprir com o nosso mandato”, sustentou Paulo César Luís.</p>
<p><strong>Mais de quatro milhões na habitação</strong></p>
<p>Na área da habitação, o presidente da Câmara destacou a construção de 30 apartamentos a custos acessíveis, num investimento próximo dos 2,5 milhões de euros, a que se juntam cinco moradias, igualmente destinadas a arrendamento acessível, num investimento superior a 700 mil euros.</p>
<p>No mesmo espaço foi ainda concretizado um projeto no âmbito da Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, com um investimento superior a meio milhão de euros.</p>
<p>A Câmara suportou ainda cerca de 300 mil euros para a execução das infraestruturas necessárias naquela área, uma componente que, segundo Paulo César Luís, não contou com financiamento.</p>
<p>A estes investimentos soma-se a reabilitação de um edifício destinado a habitação social na freguesia de São João do Peso.</p>
<p>“No parque habitacional estamos a falar num montante global que ultrapassa os quatro milhões de euros”, resumiu o presidente da autarquia.</p>
<p><strong>Escola, creches e Loja do Cidadão entre os investimentos</strong></p>
<p>Outro dos grandes projetos financiados foi a reabilitação e requalificação da Escola Básica e Secundária de Vila de Rei, num investimento superior a 2,2 milhões de euros.</p>
<p>Paulo César Luís salientou a dimensão destes investimentos quando comparada com um orçamento municipal que ronda anualmente os 13 milhões de euros, obrigando a autarquia a alocar uma parte significativa dos seus recursos à execução de projetos com financiamento comunitário.</p>
<p>Na educação e área social, o PRR permitiu ainda avançar com uma nova creche e com a posterior requalificação da antiga creche. Os dois investimentos representam, em conjunto, cerca de 700 mil euros.</p>
<p>A nova Loja do Cidadão representou aproximadamente 800 mil euros de investimento, enquanto o projeto BUPi envolveu cerca de 40 mil euros.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Paulo Cesar_PRR_todo_concluido.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Paulo César Luís, presidente CM Vila de Rei</strong></span></p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_759179907_27357643010603605_355740814538860682_n_6a9674dc61a77.jfif" alt="" width="500" /></p>
<p>O presidente da Câmara destaca, por isso, a diversificação das candidaturas, procurando direcionar os fundos para diferentes necessidades do concelho.</p>
<p><strong>Reconstrução após a tempestade é agora prioridade</strong></p>
<p>Com o ciclo do PRR concluído, as atenções da Câmara de Vila de Rei viram-se agora para os mecanismos de financiamento destinados à recuperação dos estragos provocados pela tempestade Kristin e para o Portugal 2030.</p>
<p>Paulo César Luís adiantou à Antena Livre que o município já tem identificados e orçamentados os investimentos necessários para a reconstrução.</p>
<p>O autarca aponta o próximo dia 18 de setembro, data prevista para a inauguração da Escola Básica e Secundária, como um momento para apresentar ao Governo os projetos que Vila de Rei pretende concretizar nesta nova fase.</p>
<p>“Teremos a oportunidade, no próximo dia 18 de setembro, de inaugurar a escola no âmbito do PRR e mostrar ao senhor ministro da Economia e da Coesão aquilo que são os projetos que vamos apresentar”, afirmou.</p>
<p>Entre as prioridades estão novas intervenções na área da educação e trabalhos complementares à construção e reabilitação da Escola Básica e Secundária.</p>
<p>Um dos investimentos de maior dimensão será a recuperação do pavilhão da escola, que ficou completamente destruído pela tempestade e cuja reconstrução, segundo Paulo César Luís, envolverá “verbas assinaláveis”.</p>
<p>Em paralelo, Vila de Rei mantém em execução projetos financiados pelo Portugal 2030. Depois de fechar o PRR com execução integral, a autarquia assume agora como prioridade captar os fundos necessários para reconstruir os equipamentos afetados pela tempestade e dar continuidade aos investimentos previstos para o concelho.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Câmara investiga viatura dos bombeiros encontrada numa sucata em Proença-a-Nova (c/áudio)</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_cm_macaoaaaa_6a96a1f5a6e6b.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Câmara investiga viatura dos bombeiros encontrada numa sucata em Proença-a-Nova (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  10:07:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/camara-investiga-viatura-dos-bombeiros-encontrada-numa-sucata-em-proenca-a-nova-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Câmara investiga viatura dos bombeiros encontrada numa sucata em Proença-a-Nova (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O presidente da Câmara Municipal de Mação, José Fernando Martins, deslocou-se na manhã de 27 de agosto a Proença-a-Nova para averiguar as circunstâncias em que uma antiga viatura dos Bombeiros Voluntários de Mação foi parar às instalações de uma serralharia ou sucata daquele concelho.</p>
<p>A existência do veículo naquele local tornou-se conhecida através de fotografias divulgadas nas redes sociais. A viatura encontrava-se parcialmente desmantelada, mas mantinha a identificação dos Bombeiros Voluntários de Mação.</p>
<p>Na reunião do executivo municipal, José Fernando Martins explicou que pediu informações sobre o veículo e decidiu deslocar-se pessoalmente a Proença-a-Nova para verificar a situação.</p>
<p>Segundo os elementos recolhidos até agora, trata-se de uma viatura Toyota que continuará registada em nome dos Bombeiros Voluntários de Mação, embora tenha transitado para a Câmara Municipal, ao que tudo indica, em 2018.</p>
<p>O presidente referiu que, nessa altura, o Município terá compensado a associação humanitária através da aquisição de uma nova viatura para os bombeiros.</p>
<p>“Hoje fui a Proença-a-Nova tentar perceber como é que a viatura estava lá. É uma viatura identificada com os Bombeiros Voluntários de Mação que está no meio de uma sucata e, portanto, estou no encalço disso”, afirmou José Fernando Martins.</p>
<p>De acordo com o autarca, a viatura tem cerca de 12 mil quilómetros e poderá ainda ser recuperada e colocada ao serviço do Município.</p>
<p>Entre as utilizações possíveis, José Fernando Martins apontou os serviços municipais de jardinagem ou a Proteção Civil Municipal.</p>
<p>“É uma Toyota que tem cerca de 12 mil quilómetros e que pode ser perfeitamente recuperável para os serviços de jardinagem da Câmara ou para os serviços de proteção civil”, considerou.</p>
<p>O presidente não esclareceu ainda quem decidiu enviar o veículo para Proença-a-Nova, em que data isso aconteceu, qual o serviço realizado pela serralharia ou se existiu autorização para o seu desmantelamento.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/09/Jose Fernando Martins _bombeiros.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p class="tm6"><span style="font-size: small;"><strong>José Fernando Martins, presidente CM Mação </strong></span></p>
<p class="tm6"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260827_192545_6a9676ada8fe4.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Também permanece por esclarecer a situação da propriedade, uma vez que a viatura terá passado para a utilização da Câmara, mas o registo automóvel continuará associado aos Bombeiros Voluntários de Mação.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">José Fernando Martins comprometeu-se a continuar a recolher informação e a apresentar novos esclarecimentos na próxima reunião do executivo municipal.</span></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Bolsas de Estudo do Município com novas normas</title>
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         <description><![CDATA[ Bolsas de Estudo do Município com novas normas ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  10:03:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/bolsas-de-estudo-do-municipio-com-novas-normas</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Bolsas de Estudo do Município com novas normas</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm6">A Câmara Municipal da Sertã vai, à semelhança de anos anteriores, atribuir bolsas de estudo a estudantes do ensino superior que residam no concelho da Sertã há pelo menos três anos, e que estejam matriculados no grau académico de licenciatura ou mestrado integrado em estabelecimentos de ensino superior públicos (Universidade ou Politécnico). Este ano, entre mais bolsas a concurso, menos documentos necessários e critérios de ordenação diferentes, há novas normas para atribuição destes apoios. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Uma das principais novidades passa a ser a quantidade de bolsas de estudo atribuídas. Há mais cinco bolsas para atribuição, totalizando quinze bolsas, sendo que 11 serão destinadas a estudantes que concluam o Ensino Regular e quatro para estudantes do Ensino Profissional. O valor da bolsa de estudo mantém-se, com um valor máximo de mil euros por ano letivo. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">A atribuição ou renovação da Bolsa de Estudo continua dependente do mérito escolar do aluno (a média deve ser igual ou superior a 15 valores) e de ser beneficiário de um dos três primeiros escalões do abono de família. A novidade, tanto na atribuição como na renovação da bolsa (que continua a ser de três anos), diz respeito ao aproveitamento escolar: deixa de ser obrigatória a conclusão com êxito de “todas as disciplinas do plano curricular”, passando a ser necessário ter “pelo menos 70% dos ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System, ou Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos) do ano letivo anterior”. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Também nos documentos necessários há algumas alterações, tornando o processo mais simples e digital. Deixa de ser necessária a apresentação de alguns documentos, devendo apenas ceder “Autorização para consulta pelo Município, da situação tributária e contributiva do requerente, ou, em alternativa, os respetivos documentos comprovativos”, juntamente com os habituais documentos de identificação do requerente, atestado de residência, comprovativos de inscrição, matrícula ou conclusão, bolsas e abonos. O Formulário de Candidatura pode ser preenchido e submetido online, e qualquer alteração ao processo passa a ser feita por e-mail </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:(geral@cm-serta.pt" target="_blank"><span class="tm6">(geral@cm-serta.pt</span></a></span><span>). </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Por fim, o próprio prazo de candidaturas às bolsas sofre alterações, passando a ter um período fixo “</span><strong><span class="tm7">das 00:00 do dia 1 de setembro às 23:59 do dia 15 de outubro</span></strong><span class="tm6"> do ano em que decorre a candidatura ao ensino superior." O processo de candidatura pode ser apresentada por qualquer aluno que possua os requisitos necessários, diretamente no Balcão de Atendimento Único da Câmara Municipal da Sertã, de segunda a sexta-feira das 9 às 12h30 e das 13h30 às 16h30, ou através de e-mail, com o envio de todos os documentos necessários para o </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:geral@cm-serta.pt" target="_blank"><span class="tm6">geral@cm-serta.pt</span></a></span><span>. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">“A educação é fundamental para o desenvolvimento de uma comunidade mais justa e solidária”, refere Ana Margarida Alves, vereadora da Ação Social e Educação, sublinhando que “o acesso e a continuidade dos estudos no ensino superior não devem ser condicionados pelas diferenças económicas e sociais”. Neste sentido, “o Município da Sertã continua a apoiar os seus jovens, promovendo o sucesso escolar e o prosseguimento da sua formação, através de critérios que conjugam a situação socioeconómica e o mérito académico”, acrescenta a autarca. As Normas de Atribuição de Bolsas de Estudo assim como o Formulário de Candidatura estão disponíveis para consulta no site do Município da Sertã. </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Para informações adicionais, os interessados deverão contactar a Unidade de Ação Social, Saúde e Educação da Câmara Municipal da Sertã através do 274 600 300 ou pelo e-mail </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:social@cm-serta.pt" target="_blank"><span class="tm6">social@cm-serta.pt</span></a></span><span>.</span></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>III Aquatlo vai ter lugar em Ortiga</title>
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         <description><![CDATA[ III Aquatlo vai ter lugar em Ortiga ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  9:35:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/iii-aquatlo-vai-ter-lugar-em-ortiga</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>III Aquatlo vai ter lugar em Ortiga</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm6">Mação vai receber no próximo domingo, dia 6 de setembro, o Campeonato Litoral e Interior Centro Individual de Aquatlo e o Campeonato Litoral e Interior Centro de Aquatlo Jovem, a realizar na Albufeira de Ortiga.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Depois do sucesso das duas edições anteriores, chega a aguardada 3.ª edição do Aquatlo do Município de Mação.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">A prova tem início a partir das 10 horas, na Albufeira de Ortiga, em Mação. O Aquatlo é uma das variantes do triatlo, que combina natação e corrida, “ideal para quem procura superação, adrenalina e contacto com a natureza”.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Programa do evento:</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">10h: Campeonato Litoral e Interior Centro de Aquatlo Jovem</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">16h30: Campeonato Litoral e Interior Centro Individual de Aquatlo</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm6">Para mais informações e inscrições: </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.federacao-triatlo.pt" target="_blank"><span class="tm6">www.federacao-triatlo.pt</span></a></span><span>. </span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>ZERO alerta para agravamento da qualidade das águas balneares em 2026</title>
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         <description><![CDATA[ ZERO alerta para agravamento da qualidade das águas balneares em 2026 ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  9:25:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>ZERO alerta para agravamento da qualidade das águas balneares em 2026</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A qualidade das águas balneares em Portugal continental agravou-se este ano, com as restrições ao banho a aumentarem 65% e as interdições a mais do que duplicarem entre maio e julho, segundo uma análise divulgada hoje pela associação ZERO.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, a associação ambientalista explica que a análise se baseou na comparação dos pontos de situação mensais da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Direção-Geral da Saúde (DGS) relativos a maio, junho e julho das épocas balneares de 2025 e 2026.</p>
<p class="text-paragraph">Dessa análise, a ZERO concluiu que as restrições passaram de 51 (2025) para 84 (2026), o que representou um aumento de 65%, apesar de o número de águas balneares identificadas ter diminuído de 526 para 523.</p>
<p class="text-paragraph">Os desaconselhamentos aumentaram de 34 para 45, enquanto as interdições decretadas pelas autoridades de saúde passaram de 17 para 39, uma subida de 129%, sendo a contaminação microbiológica a principal causa em ambos os casos, segundo indica a mesma fonte.</p>
<p class="text-paragraph">“O número de interdições por contaminação microbiológica passou de 14 para 34, um aumento de 143%, concentrado sobretudo em julho”, salientou a ZERO, indicando que nesse mês foram registadas 30 interdições por esta causa, mais do dobro das 14 verificadas no mesmo período de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">Num balanço alargado da época balnear, com dados disponíveis até 30 de agosto, a ZERO identificou 68 águas balneares em todo o país que tiveram pelo menos uma vez água imprópria para banho, num total de 87 ocorrências, ressalvando que não dispunha da totalidade dos dados dos Açores e tinha informação parcial relativa à Madeira.</p>
<p class="text-paragraph">Dessas 68 águas balneares, 32 são interiores, 29 costeiras e sete de transição, sendo as águas interiores responsáveis por 47% das situações de água imprópria, embora representem apenas cerca de 30% das águas balneares identificadas em Portugal continental.</p>
<p class="text-paragraph">A associação ambientalista destacou as praias de Unhais da Serra (Covilhã), com quatro ocorrências de água imprópria, e do Cabedelo (Figueira da Foz), com três, enquanto Matosinhos é o município com maior número de águas balneares afetadas, num total de sete.</p>
<p class="text-paragraph">“A ZERO manifesta a sua preocupação com a incapacidade, ano após ano, de reduzir as ocorrências de água imprópria para banho — a comparação efetuada até agora entre os anos de 2025 e 2026 mostra precisamente o oposto, com um agravamento acentuado tanto nos desaconselhamentos como, sobretudo, nas interdições por contaminação microbiológica”, alertou.</p>
<p class="text-paragraph">Como causas, a associação apontou para “deficiências na rede de saneamento, descargas agropecuárias e industriais e poluição difusa”.</p>
<p class="text-paragraph">“Para além de medidas de prevenção, é necessária uma ação inspetiva forte e sistemática, com identificação clara de responsabilidades”, defende a ZERO.</p>
<p class="text-paragraph">A associação destacou ainda que duas das 73 Praias Zero Poluição distinguidas em maio deste ano registaram água imprópria para banho em 2026, nomeadamente Arda (Viana do Castelo) e Agudela (Matosinhos), pelo que não poderão manter aquela distinção em 2027.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Onze distritos do continente vão estar sob aviso amarelo devido ao tempo quente</title>
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         <description><![CDATA[ Onze distritos do continente vão estar sob aviso amarelo devido ao tempo quente ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Tue, 01 Sep 2026  9:07:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/sociedade/onze-distritos-do-continente-vao-estar-sob-aviso-amarelo-devido-ao-tempo-quente</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Onze distritos do continente vão estar sob aviso amarelo devido ao tempo quente</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Onze distrito vão estar na quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, com valores elevados da temperatura máxima, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p class="text-paragraph">O aviso amarelo para os distritos de Bragança, Viseu, Évora, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Lisboa, Beja, Castelo Branco e Portalegre vai estar em vigor entre as 10:00 e as 19:00 de quinta-feira.</p>
<p class="text-paragraph">O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</p>
<p class="text-paragraph">As temperaturas máximas vão subir 10 a 12 graus Celsius em alguns locais de Portugal continental a partir de quarta-feira, podendo atingir os 40 a 42 graus no Vale do Tejo, Beira Baixa e Alentejo, segundo o IPMA.</p>
<p class="text-paragraph">A exceção vai para a costa sul do Algarve, onde as subidas serão menos significativas e essencialmente na quinta-feira 05 a 06 graus.</p>
<p class="text-paragraph">Na quinta-feira a temperatura máxima vai estar na generalidade do território entre os 34 e os 38 graus e nas regiões do interior a sul da Serra da Estrela, incluindo Vale do Tejo, Beira Baixa e Alentejo, deverão ter valores da ordem dos 40 a 42 graus.</p>
<p class="text-paragraph">Na Faixa Costeira as temperaturas serão ligeiramente inferiores e variar entre os 25/26 graus e os 30 e os 31 graus, que serão mais na Faixa costeira da região Sul.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o IPMA, é provável que na quinta-feira haja poeiras do Norte de África nas regiões mais a sul.</p>
<p class="text-paragraph">Por causa do tempo quente, o perigo de incêndio rural vai estar muito elevado na quinta-feira na generalidade do território, com alguns concelhos em perigo máximo.</p>
<p class="text-paragraph">O IPMA prevê para hoje céu pouco nublado ou limpo, com nebulosidade matinal no Norte e Centro. Vento por vezes forte no litoral oeste e nas terras altas e pequena subida da temperatura mínima no Norte e Centro.</p>
<p class="text-paragraph">As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 12 graus Celsius (Bragança e Guarda) e os 18 (Faro) e as máximas entre os 22 graus (Aveiro) e os 32 (Castelo Branco).</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Estrela mundial do Wake brilhou no Trízio </title>
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         <description><![CDATA[ Estrela mundial do Wake brilhou no Trízio  ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  17:13:10 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/estrela-mundial-do-wake-brilhou-no-trizio-</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Estrela mundial do Wake brilhou no Trízio </sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm5">A Sertã voltou no passado fim de semana a ser o palco dos desportos de ação, ao receber mais uma edição do Campeonato de Wake Cable. O encontro decorreu na praia fluvial do Trízio, mais concretamente no Cable Park do Trízio, onde durante três dias se juntou competição, experimentação e promoção do wakeboard. A edição deste ano contou também com uma presença de destaque internacional: Sanne Meijer, atleta neerlandesa e um dos nomes de referência do Wakeboard mundial, com um percurso de excelência tanto na vertente de cable como de barco.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Nos dois primeiros dias realizaram-se os Wakeboard Open Days, que registaram cerca de meia centena de inscrições e deram a novos praticantes a oportunidade de experimentar a modalidade com o apoio de técnicos credenciados. O programa culminou no sábado, com a realização do Campeonato de Wakeboard Cable 2026, que reuniu atletas de diferentes escalões de cinco nacionalidades.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Com vários títulos mundiais e europeus no currículo, Sanne Meijer trouxe ao Trízio a experiência de uma carreira construída ao mais alto nível internacional. A atleta confirmou o seu favoritismo em competição, vencendo a categoria Wakeboard Open Feminino, com 42 pontos, à frente das portuguesas Alice Faustino (32) e Sandra Barra (24).</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Na categoria Wakeboard Open Masculino, Francisco Limão venceu com 47 pontos, seguido de Mykola Dmytrenko (41,5) e Tiago Tomé (40). Em Wakeboard Júnior, Gonçalo Mateus conquistou o primeiro lugar, com 47 pontos, Leonor Faustino foi segunda (37) e Gonçalo Nunes terceiro (25). No Wakeskate, Daniel Braga venceu com 44 pontos, seguido de Gonçalo Faustino (36) e Francisco Lopes (30).</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">O Campeonato de Wakeboard Cable 2026 foi organizado pela Endless Wakeboard sob a égide da Federação Portuguesa de Motonáutica, contando com os apoios do Município da Sertã, da SkiWorld e da APW - Associação Portuguesa de Wake - todos unidos com o objetivo de afirmar o destino de natureza do Trízio como um palco para a prática e desenvolvimento do wakeboard cable em Portugal.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">CLASSIFICAÇÕES FINAIS</span></strong></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Wakeskate</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">1º Daniel Braga                            44 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">2º Gonçalo Faustino              36 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">3º Francisco Lopes              30 pontos </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Wakeboard Júnior</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">1º Gonçalo Mateus              47 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">2º Leonor Faustino              37 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">3º Gonçalo Nunes              25 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Wakeboard Open Masculino</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">1º Francisco Limão              47 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">2º Mykola Dmytrenko              41,5 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">3º Tiago Tomé                            40 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Wakeboard Open Feminino</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">1º Sanne Meijer              42 pontos </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">2º Alice Faustino              32 pontos</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">3º Sandra Barra              24 pontos</span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Estrada entre Amoreira e Martinchel fecha dois meses para obras de requalificação</title>
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         <description><![CDATA[ Estrada entre Amoreira e Martinchel fecha dois meses para obras de requalificação ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  16:38:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Estrada entre Amoreira e Martinchel fecha dois meses para obras de requalificação</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A estrada de ligação entre Amoreira e Martinchel, no concelho de Abrantes, vai estar encerrada ao trânsito entre 1 de setembro e 31 de outubro para a realização das obras de requalificação destinadas a reparar os danos provocados pelas intempéries do início do ano.</p>
<p>O corte de trânsito abrange o troço entre a Estrada Nacional 3 (EN3), em Amoreira, e a EN358, em Martinchel, estando previsto o desvio da circulação enquanto decorrer a intervenção.</p>
<p>Os trabalhos estarão a cargo da empresa Diamantino Jorge &amp; Filho, S.A. e incidem numa via que sofreu um abatimento significativo na sequência das intempéries que atingiram o concelho de Abrantes no início deste ano.</p>
<p>A intervenção já tinha sido noticiada pela Antena Livre a 20 de agosto, depois de, na reunião de Câmara de 18 de agosto, ter sido ratificado o despacho do presidente do Município que aprovou o projeto de execução da empreitada de “Requalificação de estrada entre Amoreira e Martinchel, decorrente da tempestade ‘Kristin’ – Abrantes”.</p>
<p>A obra tem um valor base de 261.629,43 euros, acrescido de IVA, e tem como principal objetivo reparar o abatimento da estrada e recuperar as condições de circulação e segurança.</p>
<p>Para a contratação da empreitada, a Câmara de Abrantes recorreu ao procedimento de ajuste direto, ao abrigo do regime especial de contratação pública aplicável às situações decorrentes da tempestade Kristin e relacionado com a declaração de situação de calamidade para o concelho, prevista na Resolução do Conselho de Ministros n.º 15-B/2026.</p>
<p>A requalificação da ligação Amoreira-Martinchel integra um conjunto mais alargado de intervenções promovidas pelo Município de Abrantes para recuperar infraestruturas afetadas pelas intempéries e pelas cheias do Tejo, num investimento global superior a um milhão de euros.</p>
<p>Com o arranque dos trabalhos, a circulação entre a EN3, em Amoreira, e a EN358, em Martinchel, ficará interdita durante cerca de dois meses, estando a conclusão da intervenção prevista para 31 de outubro.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Unidade Móvel de Saúde entra em funcionamento já amanhã</title>
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         <description><![CDATA[ Unidade Móvel de Saúde entra em funcionamento já amanhã ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  15:58:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/unidade-movel-de-saude-entra-em-funcionamento-ja-amanha</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Unidade Móvel de Saúde entra em funcionamento já amanhã</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm5">Na sequência da divulgação efetuada pelo Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo, o Município informa que a Unidade Móvel de Saúde de Vila de Rei entrará em funcionamento durante o próximo mês.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A Unidade Móvel de Saúde de Vila de Rei é uma estrutura itinerante que se desloca às diferentes localidades do concelho, com o objetivo de aproximar os cuidados de saúde da população e facilitar o acesso aos serviços de saúde, especialmente junto dos cidadãos com maiores dificuldades de deslocação. Esta contará com um condutor em permanência e com o enfermeiro de família responsável pela respetiva área geográfica.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Através desta resposta, “pretende-se facilitar o acesso aos cuidados de saúde, promover a vigilância e o acompanhamento de situações crónicas, desenvolver ações de prevenção da doença e promoção da saúde, bem como reforçar a articulação com os diferentes serviços e recursos da comunidade”.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Prevê-se que as deslocações às diversas povoações do concelho sejam realizadas às </span><strong><span class="tm6">terças-feiras</span></strong><span class="tm5">, de acordo com a seguinte planificação referente ao mês de setembro.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Dia 1</span></strong><span class="tm5"> - </span><strong><span class="tm6">Manhã</span></strong><span class="tm5"> - Borda da Ribeira. Local - Associação Desportiva, Recreativa e Cultural de Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural. </span><strong><span class="tm6">Tarde</span></strong><span class="tm5"> - São Martinho . Local – Largo da Igreja.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Dia 8</span></strong><span class="tm5"> - </span><strong><span class="tm6">Manhã</span></strong><span class="tm5"> - Fundada . Local – Junto ao Mercado. </span><strong><span class="tm6">Tarde</span></strong><span class="tm5"> - São João do Peso. Local – Largo da Igreja.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Dia 15</span></strong><span class="tm5"> - </span><strong><span class="tm6">Manhã</span></strong><span class="tm5"> -Vale das Casas. Local – Associação Vale D`Água. </span><strong><span class="tm6">Tarde</span></strong><span class="tm5"> - Milreu. Local – Largo da Igreja.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Dia 22</span></strong><span class="tm5"> - </span><strong><span class="tm6">Manhã</span></strong><span class="tm5"> - Casais de baixo. Local –Associação Moradores dos Casais de Baixo. </span><strong><span class="tm6">Tarde</span></strong><span class="tm5"> - Vilar do Ruivo. Local – Associação Liga Cultural Amigos do Vilar do Ruivo.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm6">Dia 29</span></strong><span class="tm5"> - </span><strong><span class="tm6">Manhã</span></strong><span class="tm5"> - Estevais. Local – Associação Desportiva, Recreativa e Cultural dos Estevais. </span><strong><span class="tm6">Tarde</span></strong><span class="tm5"> - Lousa. Local – Associação União Desportiva Cultural Lousanenses.</span></p>
<p class="Normal"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_vr_crono_foto_6a9596778d725.jpg" alt="" width="500" height="712" /></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Primeiro Festival da Saúde com mais de 130 sessões em três dias</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_fb_img_1787781038807_6a956a4ee5162.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Primeiro Festival da Saúde com mais de 130 sessões em três dias ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  12:49:40 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/regiao/primeiro-festival-da-saude-com-mais-de-130-sessoes-em-tres-dias</link>
         <guid>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/regiao/primeiro-festival-da-saude-com-mais-de-130-sessoes-em-tres-dias</guid>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Primeiro Festival da Saúde com mais de 130 sessões em três dias</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Parque Urbano de Tomar recebe, de 18 a 20 de setembro, a primeira edição do Festival da Saúde, com 76 atividades e 135 sessões gratuitas destinadas a diferentes gerações, anunciou hoje a organização.</p>
<p class="text-paragraph">Promovido pela União das Freguesias de São João Baptista e Santa Maria dos Olivais, o festival pretende aproximar a saúde da comunidade e promover a prevenção, o bem-estar e estilos de vida saudáveis através da participação do público.</p>
<p class="text-paragraph">A iniciativa, que será apresentada na terça-feira, às 10:00, no Salão Nobre da Câmara de Tomar, distrito de Santarém, conta até ao momento com 32 parceiros externos e envolve profissionais de saúde, instituições, associações, clubes desportivos, empresas e voluntários.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o dossiê de apresentação, o Parque Urbano será transformado durante três dias num espaço de “aprendizagem, experimentação e convívio”, dirigido a crianças, jovens, adultos e seniores, procurando mostrar que “cuidar da saúde pode ser simples, acessível e até divertido”.</p>
<p class="text-paragraph">O programa inclui ‘workshops’, rastreios gratuitos, aulas abertas, demonstrações desportivas, ações de sensibilização, experiências relacionadas com alimentação saudável e atividades dedicadas à saúde física, mental e emocional.</p>
<p class="text-paragraph">O primeiro dia, 18 de setembro, será dedicado às escolas do concelho, com centenas de crianças e jovens envolvidos em ações sobre suporte básico de vida, primeiros socorros, alimentação saudável, saúde mental, atividade física, jogos tradicionais e educação para a saúde.</p>
<p class="text-paragraph">A abertura à comunidade acontece ao final da tarde, com “Ecos do Parque”, um momento musical preparado para o festival, seguindo-se uma aula aberta de Pilates.</p>
<p class="text-paragraph">O sábado será dedicado à comunidade e às famílias, incluindo o Hospital da Bonecada, rastreios, ‘workshops’ de saúde e bem-estar e de massagem para bebés, sessões sobre amamentação, demonstrações de acupuntura, jogos tradicionais, atividades desportivas e um momento dedicado à dádiva de sangue.</p>
<p class="text-paragraph">No domingo, a programação estará centrada no bem-estar físico e emocional, com ioga, atividade física, ‘workshops’, demonstrações e rastreios.</p>
<p class="text-paragraph">A prevenção dos comportamentos aditivos e dependências estará também presente nos três dias, incluindo ações sobre problemas relacionados com a utilização da Internet, redes sociais e jogos, além das dependências associadas a substâncias.</p>
<p class="text-paragraph">O recinto será dividido entre os espaços Saúde Física, Saúde Mental e Bem-Estar, Movimento e Desporto, Alimentação Saudável e Família, além do Hospital da Bonecada, disponível no sábado e domingo.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as novidades da primeira edição está o “Passaporte da Saúde”, que será entregue gratuitamente aos visitantes e permitirá acumular carimbos através da participação nas atividades, dando acesso a um sorteio final a quem completar o percurso definido pela organização.</p>
<p class="text-paragraph">O festival termina no domingo com “O Parque em Movimento”, uma ‘flash mob’ preparada ao longo dos três dias para juntar crianças, jovens, adultos e seniores numa coreografia coletiva dedicada à saúde, movimento e inclusão.</p>
<p class="text-paragraph">A organização pretende que o Festival da Saúde não se limite a esta primeira edição, assumindo a intenção de lançar as bases de um projeto anual que possa crescer e “afirmar-se como uma referência nacional na promoção da saúde e do bem-estar”.</p>
<p class="text-paragraph">A iniciativa é organizada pela União das Freguesias de São João Baptista e Santa Maria dos Olivais e conta com o envolvimento da Câmara de Tomar e da Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo.</p>
<p class="text-paragraph">O programa completo, os parceiros e as informações sobre as atividades serão divulgados nas redes sociais do Festival da Saúde ou através da página festivaldasaude.pt.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Medicina geral e familiar lidera vagas para concursos do topo da carreira médica</title>
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         <description><![CDATA[ Medicina geral e familiar lidera vagas para concursos do topo da carreira médica ]]></description>
         <category>Saúde</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  12:13:47 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Medicina geral e familiar lidera vagas para concursos do topo da carreira médica</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A medicina geral e familiar, com 38 vagas, é a especialidade com mais lugares distribuídos pelas Unidades Locais de Saúde (ULS), no âmbito dos concursos a abrir para assistente graduado sénior, o topo da carreira dos médicos.</p>
<p class="text-paragraph">Estas vagas destinadas aos médicos de família constam de um despacho hoje publicado em Diário da República, que determina a distribuição de 350 lugares para a progressão à categoria de assistente graduado sénior em várias especialidades e ULS do país.</p>
<p class="text-paragraph">Um outro despacho, de janeiro de 2025, já tinha autorizado a realização de concursos anuais para 350 postos de trabalho para a categoria mais elevada da carreira médica até 2028, alegando, entre outras razões, a necessidade de “fazer face às saídas definitivas” de médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) nesse período.</p>
<p class="text-paragraph">Nessa altura, o Governo reconhecia que, nos últimos anos, se verificou um “crescimento marcado” do número de médicos assistentes (primeira categoria), mas uma estagnação dos assistentes graduados e uma redução dos assistentes graduados seniores.</p>
<p class="text-paragraph">No despacho hoje o publicado, o Ministério da Saúde salienta que estes concursos vão ainda contribuir para o aumento da dotação, nas diferentes ULS, de médicos com capacidade técnico-científica para exercerem funções de direção, chefia ou coordenação de departamentos, serviços ou unidades funcionais.</p>
<p class="text-paragraph">Além das 38 vagas de medicina geral e familiar disponibilizadas para 32 ULS, as especialidades com mais lugares para a progressão à categoria de assistente graduado sénior são medicina interna (28), pediatria (24), cirurgia geral (18), anestesiologia (17), ginecologia/obstetrícia (17), ortopedia (15) e medicina intensiva (13).</p>
<p class="text-paragraph">O despacho prevê que os concursos sejam realizados nos próximos dois meses.</p>
<p class="text-paragraph">No final de 2024, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e o Ministério da Saúde chegaram a um acordo que, além de outros pontos, contemplou a abertura anual das 350 vagas para o topo da carreira desses profissionais de saúde.</p>
<p class="text-paragraph">A estrutura da carreira médica está dividida em três categorias: assistente, assistente graduado e assistente graduado sénior.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Entroncamento inicia construção de nova escola básica com investimento de 5,9 ME</title>
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         <description><![CDATA[ Entroncamento inicia construção de nova escola básica com investimento de 5,9 ME ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  10:43:38 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Entroncamento inicia construção de nova escola básica com investimento de 5,9 ME</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A construção da nova Escola Básica Sophia Mello Breyner Andresen, no Entroncamento, arrancou após a assinatura do auto de consignação da empreitada, que representa um investimento municipal de quase seis milhões de euros, informou hoje o presidente da Câmara.</p>
<p class="text-paragraph">“Damos um passo muito importante para o Entroncamento”, disse Nelson Cunha, considerando que se trata de uma obra “muito esperada” e que permitirá criar melhores condições para alunos, professores e restantes profissionais.</p>
<p class="text-paragraph">A empreitada, situada na Rua dos Ferroviários, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, representa um investimento de 5.869.517,97 euros, acrescidos de IVA, e tem um prazo de execução de 540 dias, que começou a contar com a assinatura do auto de consignação, na sexta-feira, 28 de agosto.</p>
<p class="text-paragraph">A nova escola terá oito salas de educação pré-escolar e oito salas do 1.º ciclo do ensino básico, além de biblioteca, sala de ciências, ginásio, sala polivalente, refeitório e cozinha, bem como espaços destinados a professores, educadores e restantes profissionais.</p>
<p class="text-paragraph">A intervenção inclui ainda a renovação dos espaços exteriores e dos equipamentos e mobiliário infantil, criando um estabelecimento de raiz com resposta para os dois níveis de ensino.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Nelson Cunha, a decisão de construir uma nova escola foi tomada perante os problemas estruturais identificados no edifício existente e após uma verificação realizada pelo atual executivo no início do mandato.</p>
<p class="text-paragraph">Essa verificação confirmou a existência de “sapatas”, apesar de o relatório do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) indicar o contrário, mas não alterou a decisão de construir um novo equipamento.</p>
<p class="text-paragraph">“Havia dúvidas sobre a estabilidade do edifício e, quando falamos da segurança das nossas crianças, a única decisão possível é construir uma escola nova”, afirmou o autarca do Entroncamento, no distrito de Santarém.</p>
<p class="text-paragraph">O antigo Jardim de Infância Sophia de Mello Breyner Andresen foi encerrado em março de 2021, depois de uma avaliação do LNEC ter identificado problemas estruturais, tendo as crianças sido distribuídas por outros equipamentos educativos do concelho.</p>
<p class="text-paragraph">O processo prolongou-se por vários anos. Em 2022, o município aprovou os projetos de demolição e reconstrução, mas o concurso para a empreitada ficou deserto, obrigando à revisão do projeto.</p>
<p class="text-paragraph">A solução agora consignada alarga a resposta inicialmente associada ao jardim-de-infância, passando a integrar também o 1.º ciclo, com 16 salas no total.</p>
<p class="text-paragraph">Enquanto a nova escola não estiver concluída, as crianças continuarão distribuídas por outros estabelecimentos, à semelhança do que acontece desde o encerramento do antigo equipamento.</p>
<p class="text-paragraph">O presidente da câmara disse ainda que a construção da nova escola decorre em paralelo com a intenção de reabilitar integralmente a Escola Secundária do Entroncamento, embora esse processo esteja atualmente sem avanço.</p>
<p class="text-paragraph">A intervenção na escola secundária está estimada em cerca de 13 ME e chegou a ser apresentada para financiamento através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), mas foi excluída por a escola, apesar de ter cerca de 30 anos, estar classificada como de grau 3, enquanto o programa abrangia escolas de grau 2.</p>
<p class="text-paragraph">“O que nós queremos aqui fazer é que façam uma reavaliação da escola para grau 2”, afirmou Nelson Cunha, explicando que o prazo do PRR já terminou e que será necessário procurar uma nova solução de financiamento.</p>
<p class="text-paragraph">“Não vou desistir”, garantiu o autarca, defendendo que a reabilitação da escola secundária terá de avançar, “se não for neste mandato, no próximo”.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Autarquia consigna em setembro obras para 28 fogos de habitação acessível (c/áudio)</title>
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         <description><![CDATA[ Autarquia consigna em setembro obras para 28 fogos de habitação acessível (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  10:13:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/autarquia-consigna-em-setembro-obras-para-28-fogos-de-habitacao-acessivel-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Autarquia consigna em setembro obras para 28 fogos de habitação acessível (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Câmara Municipal de Mação deverá consignar, durante o mês de setembro, as empreitadas para a construção de 28 fogos de habitação a custos acessíveis na Portela do Vale e na Urbanização de Santo António.</p>
<p>A confirmação foi dada pelo presidente da Câmara, José Fernando Martins, que anunciou também que as duas obras estão adjudicadas à empresa Ecoedifica – Ambiente e Construções, S.A.</p>
<p>“Ainda relativamente às habitações a custos acessíveis, nomeadamente Santo António e o Centro de Saúde, dizer que em setembro vamos fazer a consignação das obras”, afirmou o autarca, referindo-se ao empreendimento da Portela do Vale, situado junto ao Centro de Saúde de Mação.</p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Segundo José Fernando Martins, a Câmara reuniu com a empresa para acertar a organização dos trabalhos, que deverão decorrer em simultâneo nos dois locais.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">“Eles vão fazer as duas obras em paralelo: fazem fundações numa, passam para a outra e fica a segunda fase já naquela. Portanto, vão decorrer assim. É esse o objetivo da empresa”, explicou.</span></p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/08/Jose_Fernando_Martins_habitacao.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p class="tm6"><span style="font-size: small;"><strong>José Fernando Martins, presidente CM Mação</strong></span></p>
<p class="tm6"><span><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260827_173901_6a953ed728bf1.jpg" alt="" width="500" /></span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O presidente da Câmara anunciou ainda que vai contactar o IHRU para avaliar a possibilidade de realizar uma cerimónia pública de lançamento das duas empreitadas.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">“Vou fazer agora alguns contactos, nomeadamente com o IHRU, numa perspetiva de podermos até fazer aqui uma cerimónia de lançamento destas obras com o presidente do IHRU ou algum responsável do IHRU”, adiantou José Fernando Martins.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Com a consignação prevista para setembro, deverão ficar reunidas as condições administrativas para a entrada das empresas nos terrenos e para o arranque efetivo dos trabalhos nos dois empreendimentos.</span></p>
<p class="tm6"><strong><span class="tm7">Portela do Vale terá 16 apartamentos</span></strong></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Na Portela do Vale serão construídos dois blocos habitacionais, com oito apartamentos cada, num total de 16 fogos.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O empreendimento integra oito apartamentos de tipologia T2 e oito T3, tendo um prazo contratual previsto de 450 dias.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O acordo inicialmente assinado com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, em setembro de 2023, previa um investimento de cerca de 2,29 milhões de euros, com IVA.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Contudo, os primeiros concursos não conseguiram atrair empresas interessadas. O segundo procedimento, lançado em julho de 2025, tinha um preço-base de cerca de 2,16 milhões de euros, sem IVA, mas voltou a não ter resultado.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Após a atualização dos valores de referência pelo IHRU, o Município lançou um quarto procedimento em abril deste ano, com um preço-base de 2.800.727,85 euros, sem IVA, e um prazo de execução de 450 dias.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">A empreitada está agora adjudicada à Ecoedifica, empresa que ficará também responsável pela construção das habitações na Urbanização de Santo António.</span></p>
<p class="tm6"><strong><span class="tm7">Mais 12 fogos em Santo António</span></strong></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Na Urbanização de Santo António serão construídos 12 fogos, de tipologias T1 e T2, igualmente distribuídos por dois blocos habitacionais.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Também neste caso, os primeiros procedimentos ficaram sem propostas. O terceiro concurso foi lançado em fevereiro de 2026, com um preço-base de 1.860.316,36 euros, sem IVA.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">O contrato foi celebrado com a Ecoedifica pelo valor de 1.763.016,90 euros, sem IVA, e estabelece um prazo de execução de 365 dias.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">Os dois empreendimentos estão integrados na estratégia municipal destinada a aumentar a oferta de habitação com rendas acessíveis e compatíveis com os rendimentos das famílias.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7">A Câmara pretende, desta forma, responder à falta de imóveis disponíveis no concelho, facilitar a fixação de jovens e trabalhadores e contribuir para estabilizar os preços no mercado local de arrendamento.</span></p>
<p class="tm6"><span class="tm7"> </span></p>
<p class="tm6"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Temperaturas vão subir 10 a 12 graus em alguns locais a partir de quarta-feira</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/38439_images_3aa_6a953a841d24a.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Temperaturas vão subir 10 a 12 graus em alguns locais a partir de quarta-feira ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  9:20:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/sociedade/temperaturas-vao-subir-10-a-12-graus-em-alguns-locais-a-partir-de-quarta-feira</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Temperaturas vão subir 10 a 12 graus em alguns locais a partir de quarta-feira</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="text-paragraph">As temperaturas máximas vão subir 10 a 12 graus Celsius em alguns locais de Portugal continental a partir de quarta-feira, podendo atingir os 40 a 42 graus no Vale do Tejo, Beira Baixa e Alentejo, segundo o IPMA.</p>
<p class="text-paragraph">“Nos dias 02 e 03 [quarta e quinta-feira] vamos ter uma subida da temperatura, que será gradual e serão subidas acentuadas. Nos dois dias temos subidas de temperatura que podem atingir os 10 a 12 graus em alguns locais e noutros inferiores que serão de 06 e 08 graus, mas no litoral a temperatura vai subir nos dois dias 10 a 12 graus”, disse à Lusa a meteorologista Maria João Frada.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a exceção vai para a costa sul do Algarve onde as subidas serão menos significativas e essencialmente na quinta-feira 05 a 06 graus.</p>
<p class="text-paragraph">“A mínima também deverá subir e com uma subida relativamente acentuada nas regiões centro sul, mas apenas no dia 03 [quinta-feira] e isto é um episódio temporário. Vamos ter já uma tendência para descida da temperatura na sexta-feira no litoral ou na metade ocidental do território do continente, mas não desce o mesmo que subiu nos dias anteriores”, indicou.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo Maria João Frada, na quinta-feira a temperatura máxima vai estar na generalidade do território entre os 34 e os 38 graus e nas regiões do interior a sul da Serra da Estrela, incluindo Vale do Tejo, Beira Baixa e Alentejo, deverão ter valores da ordem dos 40 a 42 graus.</p>
<p class="text-paragraph">Na Faixa Costeira as temperaturas serão ligeiramente inferiores e variar entre os 25/26 graus e os 30 e os 31 graus, que serão mais na Faixa costeira da região Sul.</p>
<p class="text-paragraph">“Esta subida de temperatura deve-se ao facto de termos um anticiclone que vai ficar posicionado sensivelmente a nordeste dos Açores ou noroeste de Portugal continental. Ele estende a sua influência em direção à Europa Central e em conjunto com o vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica origina o transporte de massa de ar ou provenientes da Península Ibérica ou do Norte de África”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com a meteorologista, é provável que na quinta-feira haja poeiras do Norte de África nas regiões mais a sul.</p>
<p class="text-paragraph">“Não está prevista precipitação. Até terça-feira vai haver alguma nebulosidade temporária”, disse.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Turista espanhola morre em incêndio num hotel em Fátima</title>
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         <description><![CDATA[ Turista espanhola morre em incêndio num hotel em Fátima ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Mon, 31 Aug 2026  9:19:19 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Turista espanhola morre em incêndio num hotel em Fátima</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Uma turista espanhola morreu hoje de madrugada num incêndio num hotel na cidade de Fátima, que obrigou à retirada de 53 pessoas da unidade, disseram à agência Lusa fontes da Proteção Civil.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários de Fátima, a vítima mortal é uma mulher com cerca de 60 anos que estava integrada num grupo de nacionalidade espanhola alojado no hotel.</p>
<p class="text-paragraph">“O incêndio ficou circunscrito ao quarto”, adiantou a mesma fonte.</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, o alerta para o incêndio chegou às autoridades às 00:39 e foi extinto às 01:06.</p>
<p class="text-paragraph">Ao local acorreram meios dos bombeiros voluntários de Fátima e de Ourém, Instituto Nacional de Emergência Médica, Guarda Nacional Republicana e Polícia Judiciária, com 28 operacionais e 10 viaturas.</p>
<p class="text-paragraph">O incêndio obrigou à retirada de 53 pessoas da unidade hoteleira, referiu o Comando Sub-regional.</p>
<p class="text-paragraph">As autoridades estão a investigar as causas do incêndio.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Mação goleia Gavionenses e vai defrontar Alpendorada</title>
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         <description><![CDATA[ Mação goleia Gavionenses e vai defrontar Alpendorada ]]></description>
         <category>Desporto</category>
         <pubDate>Sun, 30 Aug 2026  20:28:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Mação goleia Gavionenses e vai defrontar Alpendorada</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A primeira eliminatória da Taça de Portugal, disputada este fim de semana, dias 29 e 30 de agosto, teve saldo positivo para as equipas da região, com destaque para a goleada da AD Mação.</p>
<p>A formação maçaense recebeu Os Gavionenses e venceu por expressivos 5-0, garantindo sem dificuldades a presença na segunda eliminatória da prova-rainha do futebol português.</p>
<p>José Charles, Isaac Rodrigues, Parreira, Martim Amaro e Rodrigo A. assinaram os cinco golos da equipa de Mação.</p>
<p>Na próxima ronda, o grau de dificuldade aumenta. A AD Mação, que disputa os campeonatos distritais da Associação de Futebol de Santarém, vai jogar fora com o FC Alpendorada, formação do Campeonato de Portugal.</p>
<p>O Alpendorada precisou das grandes penalidades para ultrapassar o Rebordosa. Depois de um 2-2 no final do prolongamento, o Alpendorada venceu o desempate por grandes penalidades por 5-4, fixando o resultado global em 7-6.</p>
<p>Também segue em frente o Fazendense, que derrotou o Moçarriense por 1-0, com o único golo do encontro a ser apontado por Torres Gomez. Na segunda eliminatória, o Fazendense recebe o Ginásio Figueirense, de Figueira de Castelo Rodrigo, representante da Associação de Futebol da Guarda.</p>
<p>O Fátima também garantiu a continuidade na competição, ao vencer o Benfica e Castelo Branco por 3-1. Na ronda seguinte, a equipa de Fátima recebe o FC Vinhais.</p>
<p>A União de Santarém SAD, que ficou isenta da primeira eliminatória, entra em competição na segunda ronda, recebendo o Merelinense, dos campeonatos distritais da Associação de Futebol de Braga.</p>
<p>Segunda eliminatória – 19 e 20 de setembro<br />União de Santarém – Merelinense<br />CD Fátima – FC Vinhais<br />Fazendense – Ginásio Figueirense<br />FC Alpendorada – AD Mação</p>
<p>A segunda eliminatória da Taça de Portugal está marcada para o fim de semana de 19 e 20 de setembro. Para o Mação, será a oportunidade de tentar surpreender fora de casa uma equipa de um escalão superior e prolongar a caminhada na Taça de Portugal.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Praia Fluvial do Penedo Furado recebe observação do Sol a 4 de setembro</title>
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         <description><![CDATA[ Praia Fluvial do Penedo Furado recebe observação do Sol a 4 de setembro ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Sun, 30 Aug 2026  12:02:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Praia Fluvial do Penedo Furado recebe observação do Sol a 4 de setembro</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Praia Fluvial do Penedo Furado, no concelho de Vila de Rei, recebe, no dia 4 de setembro, uma atividade de observação do Sol promovida pelo Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia.</p>
<p>A iniciativa decorre entre as 10h00 e as 12h00 e permitirá aos banhistas e visitantes observar a estrela através de telescópios equipados com filtros próprios, contando com acompanhamento especializado.</p>
<p>Dependendo das condições atmosféricas e da atividade solar, os participantes poderão observar manchas solares e regiões ativas da superfície do Sol, ficando também a conhecer melhor as características da estrela mais próxima da Terra.</p>
<p>A sessão integra a edição de 2026 do programa “Ciência Viva no Verão” e faz parte de um conjunto de atividades de astronomia promovidas nas praias fluviais da região.</p>
<p>A participação é gratuita e aberta a todos os interessados.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_solpenedo_furado_6a9332054e5a3.png" alt="" width="500" /></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>«Encosta a Mexer» quer transformar bairro dormitório num espaço de convívio e integração (c/áudio)</title>
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         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Sun, 30 Aug 2026  10:37:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/encosta-a-mexer-quer-transformar-bairro-dormitorio-num-espaco-de-convivio-e-integracao-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>«Encosta a Mexer» quer transformar bairro dormitório num espaço de convívio e integração (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p><span style="font-size: 0.875rem;">O polidesportivo da Encosta da Barata, em Abrantes, recebeu este sábado, 29 de agosto, um Torneio Comunitário de Futsal integrado no projeto “Encosta a Mexer”, uma iniciativa criada por jovens do bairro para promover o convívio, a integração e uma maior participação dos moradores na vida da comunidade.</span></p>
<p>O torneio é apenas uma das várias atividades previstas num projeto que nasceu no âmbito do programa JAM – Jovens Mais Arte = Mudança, do Arte em Rede, rede de municípios da qual Abrantes faz parte.</p>
<p>A iniciativa é liderada por um grupo de jovens da Encosta da Barata e conta com o envolvimento da Câmara Municipal de Abrantes e da Cruz Vermelha Portuguesa, através do Núcleo de Abrantes e Tomar.</p>
<p>André Miguel, responsável pelo “Encosta a Mexer”, explicou à Antena Livre que a ideia surgiu da constatação de que, apesar da dimensão e diversidade do bairro, faltavam momentos capazes de aproximar quem ali vive.</p>
<p>“O nosso bairro da Encosta da Barata é um bairro que muitos consideram como um bairro dormitório”, afirmou, explicando que a intenção passou por criar atividades aos fins de semana para gerar “mais movimentação e mais convívio entre os moradores”.</p>
<p>Segundo o jovem, existia a perceção de que as pessoas partilhavam o mesmo espaço, mas mantinham pouca relação entre si.</p>
<p>“As pessoas só se passam, não se cumprimentam e não há uma ligação entre os moradores”, referiu André Miguel.</p>
<p>Foi perante essa realidade que nasceu o “Encosta a Mexer”, procurando criar oportunidades de encontro não apenas para quem reside no bairro, mas também abertas à restante comunidade.</p>
<p>O Torneio Comunitário de Futsal realizado este sábado corresponde à quarta iniciativa do programa. Antes, os jovens já tinham promovido uma partida de futebol, uma caminhada e uma aula de yoga.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260829_162626_6a930fa57691d.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>O calendário deverá prolongar-se até ao final de novembro e inclui novas propostas. Entre os momentos de maior dimensão estará uma Semana Cultural, apontada por André Miguel como um dos principais eventos do projeto.</p>
<p>Está também prevista uma caminhada ao Porto do Sol.</p>
<p>Para o responsável, o objetivo ultrapassa a simples realização de eventos. O que está em causa é tentar alterar progressivamente a relação entre os habitantes da Encosta da Barata.</p>
<p>André Miguel deu como exemplo a sua própria experiência desde que chegou de Angola. Recordou que inicialmente existia pouca proximidade entre vizinhos, uma realidade que, no seu caso, considera estar a mudar.</p>
<p>“Hoje em dia já é difícil encontrar-me com um morador à porta e não nos cumprimentarmos”, afirmou, acrescentando que, ao circular pelo bairro, já recebe um “boa tarde” de outros moradores.</p>
<p>“Estamos aqui a fazer uma diferença do que não existia antes”, salientou.</p>
<p>O jovem garante ainda que o núcleo inicial está a conseguir mobilizar outras pessoas. Há moradores e, sobretudo, jovens que se disponibilizam voluntariamente para ajudar na organização e divulgação das iniciativas.</p>
<p>“Há tantos jovens aqui, de tanta diversidade, todos vieram em prol de uma união, de um convívio”, destacou.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/08/Encosta_a_mexer_andre miguel.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>André Miguel, grupo de jovens "Encosta a mexer"</strong></span></p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260829_162749_6a930f9caa4c9.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">A Cruz Vermelha Portuguesa, através do Núcleo de Abrantes e Tomar, é um dos parceiros do projeto e assegura apoio aos jovens em várias áreas.</span></p>
<p>Nuno Dias, coordenador do núcleo, explicou à Antena Livre que a instituição funciona como “um dos pilares deste projeto”, juntamente com outras entidades, nomeadamente o Município de Abrantes e o Arte em Rede.</p>
<p>“O nosso objetivo, fundamentalmente, é dar todo o suporte, todo o apoio, não só financeiro, mas também com os recursos que a instituição tem para que possam ser desenvolvidas estas atividades na comunidade”, explicou.</p>
<p>Esse suporte passa igualmente pelas questões jurídicas e organizativas necessárias à realização das iniciativas, assumindo a Cruz Vermelha responsabilidades em algumas das tarefas que permitem aos jovens colocar os projetos no terreno.</p>
<p>Nuno Dias destacou, contudo, que são André Miguel e os restantes jovens que assumem o protagonismo na dinamização das atividades.</p>
<p>“O André e a equipa dele é que são os promotores destas iniciativas”, sublinhou.</p>
<p>Para a Cruz Vermelha, uma das componentes mais importantes do “Encosta a Mexer” é precisamente a integração social e intercultural.</p>
<p>“Este projeto tem também um objetivo muito importante, que é o da integração. Envolve migrantes, envolve outras comunidades que nós temos em Abrantes”, afirmou Nuno Dias.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260829_161439_6a930faec5840.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>O responsável considera que atividades como o torneio de futsal permitem utilizar o desporto como ponto de encontro entre pessoas de diferentes origens.</p>
<p>“A integração é a peça fundamental destas iniciativas e esta, através do desporto, é uma excelente forma de conseguirmos integrar as pessoas”, defendeu.</p>
<p>A intervenção da Cruz Vermelha na Encosta da Barata não se limita, de resto, ao “Encosta a Mexer”. A instituição desenvolve também no bairro trabalho dirigido a crianças e jovens e mantém um espaço aberto à comunidade, utilizado para diferentes iniciativas.</p>
<p>Segundo Nuno Dias, até reuniões de condomínios dos prédios da zona já são realizadas naquele espaço a pedido dos moradores.</p>
<p>O responsável lembrou que a atividade da Cruz Vermelha vai muito além do socorro e do transporte de doentes, incluindo uma forte componente social, com psicólogos, assistentes sociais e animadores sociais.</p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/08/Encosta_a_mexer_Nuno_Dias.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>Nuno Dias, Cruz Vermelha Portuguesa</strong></span></p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260829_160923_1_6a930f93dd60e.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p>O “Encosta a Mexer” pretende, assim, aproveitar a diversidade e a dimensão populacional da Encosta da Barata para construir uma comunidade mais próxima e participativa.</p>
<p>Financiado através do Arte em Rede, no âmbito do JAM – Jovens Mais Arte = Mudança, o projeto coloca os próprios jovens no centro da organização e criação das atividades, com o apoio institucional necessário para as concretizar.</p>
<p>Depois do futebol, das caminhadas, do yoga e agora do torneio comunitário de futsal, a ambição é continuar a pôr a Encosta da Barata “a mexer” e, sobretudo, fazer com que quem partilha o mesmo bairro deixe de ser apenas desconhecido que se cruza na rua e passe também a ser vizinho.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Caça é permitida, mas há regras e dentro das localidades não se pode simplesmente disparar</title>
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         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Sun, 30 Aug 2026  10:30:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Caça é permitida, mas há regras e dentro das localidades não se pode simplesmente disparar</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Perante o aumento de avistamentos de javalis e os problemas associados à aproximação destes animais às localidades, importa perceber o que permite atualmente a legislação portuguesa.</p>
<p>Em Portugal, é permitido caçar javalis, mas isso não significa que um caçador possa abater um animal onde e quando entender, mesmo que esteja a provocar prejuízos ou seja encontrado próximo de habitações.</p>
<p>Na época venatória 2026/2027, que decorre entre 1 de junho de 2026 e 31 de maio de 2027, o javali pode ser caçado durante todo o período em terrenos cinegéticos ordenados, de acordo com as condições previstas para cada zona de caça e mediante autorização da respetiva entidade gestora.</p>
<p class="Normal">Entre os processos utilizados estão as esperas, que assumem particular importância <span class="tm5">no controlo das populações de javalis. Uma alteração legislativa introduzida pelo Decreto-Lei n.º 71/2024 veio permitir que as esperas ao javali possam decorrer durante a noite sem ficarem limitadas ao período de lua cheia.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Assim, atualmente podem realizar-se esperas em qualquer noite durante o período em que este processo de caça seja permitido, desde que ocorram em terrenos onde estejam legalmente previstas e sejam cumpridas as restantes condições, nomeadamente as autorizações da entidade gestora e as regras relativas ao caçador, armas e segurança.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Já processos como salto, batida e montaria têm, em regra, um período mais limitado, entre outubro e fevereiro.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A situação é diferente nos terrenos cinegéticos não ordenados, onde a caça ao javali está sujeita a maiores restrições e às condições estabelecidas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm5">Dentro das localidades há fortes limitações</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A presença de um javali numa rua ou junto às habitações não permite que um caçador pegue numa arma e proceda ao seu abate.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A legislação estabelece áreas de proteção onde o exercício da caça é proibido ou fortemente condicionado. Entre elas encontram-se os povoados e as respetivas faixas de proteção, bem como as proximidades de escolas, hospitais, lares, instalações industriais, parques desportivos, parques de campismo, estradas e linhas ferroviárias.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Existem igualmente restrições em quintais, jardins, terrenos murados e propriedades junto de habitações, além das limitações aplicáveis às áreas atingidas por incêndios rurais.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Por isso, perante a presença de javalis dentro de Mação, Abrantes ou de qualquer outra localidade, a solução não passa pela iniciativa isolada de um caçador. A ocorrência deverá ser comunicada às entidades competentes, designadamente à autarquia, à GNR/SEPNA e ao ICNF.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm5">ICNF pode autorizar ações especiais</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A legislação prevê, contudo, mecanismos para situações em que a população de javalis provoque danos agrícolas, represente perigo para pessoas ou aumente o risco de acidentes rodoviários.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">São as chamadas ações de correção de densidade, que podem ser autorizadas pelo ICNF ao abrigo do regime jurídico da caça.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Estas intervenções permitem atuar fora de algumas das condições normais da atividade cinegética. A autorização pode estabelecer o local e período da operação, número de participantes, método a utilizar — como espera, batida ou montaria — e condições específicas de segurança.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Em 2026, o ICNF chegou a estabelecer condições extraordinárias para a realização de montarias ao javali entre 1 e 15 de março, período que já terminou. Isso não impede que possam existir outras intervenções devidamente autorizadas ao abrigo dos mecanismos de correção de densidade previstos na legislação.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">É precisamente aqui que surge uma das questões a colocar perante os avistamentos e eventuais prejuízos provocados por javalis no concelho de Mação: saber se o Município, as entidades gestoras das zonas de caça ou associações de caçadores já solicitaram ao ICNF medidas específicas para controlar a população destes animais e se estão a ser realizadas esperas nas zonas rurais próximas dos aglomerados populacionais.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Será esse enquadramento que permitirá perceber não apenas quantos javalis existem e que problemas estão a provocar em Mação, mas também que instrumentos legais podem ser utilizados para reduzir a sua presença junto das populações.</span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Paulo Gonzo e Os Descendentes em destaque nas Festas do Concelho</title>
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         <description><![CDATA[ Paulo Gonzo e Os Descendentes em destaque nas Festas do Concelho ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  12:45:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Paulo Gonzo e Os Descendentes em destaque nas Festas do Concelho</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Paulo Gonzo, Os Descendentes, Pedro Dyonysyo, um tributo a António Variações e os êxitos das décadas de 1980 e 1990 são os destaques musicais das Festas do Concelho de Sardoal, que decorrem entre 18 e 22 de setembro.</p>
<p>Os principais concertos realizam-se no palco “Gil Vicente”, instalado na Praça da República. Segundo o Município, o programa foi preparado para diferentes públicos, reunindo artistas e grupos de vários estilos musicais.</p>
<p>As festas começam a 18 de setembro com o projeto “àVariações”, liderado pelo vocalista Kássio. O espetáculo presta homenagem a António Variações e recupera alguns dos temas mais conhecidos do músico português.</p>
<p>Paulo Gonzo sobe ao palco no dia 19. Com mais de quatro décadas de carreira, o cantor deverá interpretar canções como “Jardins Proibidos”, “Sei-te de Cor”, “Dei-te Quase Tudo” e “Falamos Depois”.</p>
<p>No dia 20, Pedro Dyonysyo apresenta “A Viagem”, um espetáculo que cruza música, teatro, dança e vídeo e que contará com a participação de elementos da comunidade local.</p>
<p>A banda Remember – Tributo 80 &amp; 90 atua a 21 de setembro, interpretando grandes êxitos da música pop e dance das duas décadas. O concerto integra as comemorações do Dia da Freguesia de Sardoal.</p>
<p>O encerramento acontece no Dia do Concelho, a 22 de setembro, quando se assinalam os 495 anos da elevação do Sardoal à categoria de vila. A noite será protagonizada por Os Descendentes, banda do Baixo Alentejo que combina sonoridades pop com a música tradicional e o cante alentejano. “Carta de Despedida”, “Madrugada Louca” e “Carolina” estão entre os temas mais conhecidos do grupo.</p>
<p>Além do palco principal, as Festas do Concelho terão outros dois espaços de animação musical: o palco “Tradições”, integrado na Mostra de Saberes e Sabores, na Praça Nova, e o palco “Jovem”, situado no parque de estacionamento nas traseiras da Câmara Municipal.</p>
<p><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_festas_sardoal_6a917476c9724.jpg" alt="" width="500" /></p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Gavião rejeita projeto solar da Endesa e alerta para «cerco elétrico» às povoações</title>
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         <category>Região</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  12:17:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/regiao/gaviao-rejeita-projeto-solar-da-endesa-e-alerta-para-cerco-eletrico-as-povoacoes</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Gavião rejeita projeto solar da Endesa e alerta para «cerco elétrico» às povoações</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Município contesta os impactos acumulados das centrais e linhas de muito alta tensão. Apesar do parecer desfavorável da autarquia, o projeto recebeu uma decisão ambiental favorável condicionada.</p>
<p>A Câmara Municipal de Gavião emitiu parecer desfavorável ao Projeto Solar de Atalaia e Concavada e respetivas linhas elétricas de interligação, promovido pela Endesa, alertando para os impactos acumulados das infraestruturas energéticas e para aquilo que considera ser um risco de «cerco elétrico» às povoações do concelho.</p>
<p>O parecer foi apresentado no âmbito da consulta pública da versão modificada do projeto, que decorreu entre 22 de outubro e 4 de novembro de 2025, integrando o processo de Avaliação de Impacte Ambiental coordenado pela Agência Portuguesa do Ambiente.</p>
<p>O empreendimento corresponde ao Grupo 3 do denominado Cluster do Pego, desenvolvido pela Endesa na sequência do encerramento da central termoelétrica a carvão. Inclui as centrais solares fotovoltaicas de Atalaia e Concavada, subestações e linhas elétricas de interligação a 220 quilovolts, atravessando áreas dos concelhos de Gavião, Crato, Ponte de Sor e Abrantes.</p>
<p>No parecer, a Câmara de Gavião aponta cinco preocupações principais: os efeitos acumulados dos vários projetos energéticos licenciados ou em licenciamento; os impactos na paisagem e no património natural e cultural, sobretudo na freguesia de Margem; a ausência de compensações específicas para o concelho; a reduzida criação de emprego permanente; e a alegada desconformidade com o Plano Diretor Municipal de Gavião e possíveis incompatibilidades com os instrumentos regionais de ordenamento florestal e territorial.</p>
<p>A autarquia considera que a análise ambiental não teve suficientemente em conta a concentração de centrais solares, parques eólicos, subestações e linhas de muito alta tensão na mesma zona geográfica.</p>
<p>Entre as infraestruturas identificadas encontram-se as centrais fotovoltaicas de Margalha, Torre das Vargens, Polvorão, Mato Brito e Sume, bem como os parques eólicos de Cruzeiro e Amarvento. A Câmara salienta que a Central Solar de Torre das Vargens e o Parque Eólico de Cruzeiro ficam a menos de 50 metros de componentes do projeto agora analisado.</p>
<p>O município alerta ainda para os efeitos das linhas elétricas na proximidade das localidades e para a sobreposição das respetivas bacias visuais, considerando que a sucessiva instalação destas infraestruturas pode condicionar a paisagem, o património, a atividade turística e a qualidade de vida das populações.</p>
<p><strong>Autarquia critica falta de contrapartidas para Gavião</strong></p>
<p>Na componente económica, a Câmara de Gavião sustenta que o estudo apresenta benefícios concretos para Abrantes, mas não permite perceber o impacto direto no Alto Alentejo nem identifica vantagens equivalentes para o concelho gavionense.</p>
<p>Durante a construção de todas as componentes estão previstos até 420 trabalhadores no período de maior atividade. Contudo, na fase de exploração são estimados apenas entre dois e seis trabalhadores para ações de manutenção realizadas, em média, trimestralmente.</p>
<p>Segundo o parecer municipal, não está prevista a criação de postos de trabalho permanentes em Gavião nem foram apresentadas medidas específicas para promover a fixação de população nas localidades afetadas.</p>
<p>A autarquia assinala igualmente que as contrapartidas voluntárias anunciadas pela Endesa — incluindo a manutenção de antigos trabalhadores do Pego, a partilha de eletricidade renovável, um fundo de formação profissional e soluções de mobilidade elétrica — estão sobretudo direcionadas para o concelho de Abrantes.</p>
<p>Perante estes argumentos, o município defendeu a rejeição do projeto nos termos apresentados, invocando a necessidade de proteger o ambiente, garantir coerência no ordenamento do território e defender os interesses das populações locais. O parecer municipal consta do relatório oficial da consulta pública.</p>
<p><strong>Projeto reduzido em 60 hectares</strong></p>
<p>A versão inicial do projeto tinha recebido uma apreciação desfavorável da Comissão de Avaliação, devido à identificação de impactos significativos ou muito significativos nos sistemas ecológicos, na floresta e na acumulação de infraestruturas energéticas.</p>
<p>Na sequência dessa avaliação, a Endesa modificou o projeto, eliminando um dos núcleos da Central Fotovoltaica de Atalaia. A alteração permitiu reduzir a área de implantação em cerca de 60 hectares e a potência em aproximadamente 30 megawatts.</p>
<p>A versão final da central de Atalaia prevê uma área vedada de 113 hectares, 79.830 painéis solares e uma potência instalada de 55,89 megawatts-pico. A produção anual estimada é de 115 gigawatts-hora.</p>
<p>Já a Central Fotovoltaica de Concavada terá uma potência instalada de 22,62 megawatts-pico e uma produção anual estimada em 46,8 gigawatts-hora. O projeto contempla ainda armazenamento de energia em baterias e uma unidade-piloto de produção de hidrogénio verde, abastecida com água residual tratada da ETAR do Pego.</p>
<p>As alterações incluíram também o enterramento da rede interna de média tensão de Atalaia, mudanças no traçado das linhas elétricas e medidas de sinalização destinadas a reduzir o risco de colisão de aves.</p>
<p><strong>APA deu decisão favorável condicionada</strong></p>
<p>Apesar do parecer desfavorável da Câmara de Gavião e das restantes objeções apresentadas durante a consulta pública, a Agência Portuguesa do Ambiente emitiu, em 5 de janeiro de 2026, uma decisão ambiental favorável condicionada.</p>
<p>A decisão obriga, entre outras condições, à definição de um corredor específico para a linha entre as subestações de Comenda e do Parque Eólico de Cruzeiro, à obtenção de autorização para o abate de sobreiros e azinheiras e à apresentação de planos de monitorização e compensação ambiental.</p>
<p>A Endesa terá ainda de apresentar o projeto de execução das linhas elétricas e obter novos pareceres das câmaras municipais de Gavião, Abrantes, Crato e Ponte de Sor. A decisão e as respetivas condicionantes podem ser consultadas no Título Único Ambiental emitido pela APA.</p>
<p>Na consulta pública da versão modificada foram recebidas 47 participações: uma da Câmara de Gavião, quatro de organizações e associações e 42 de cidadãos. A contestação municipal não impede, por si só, o desenvolvimento do empreendimento, mas continuará a pesar nas fases seguintes de execução e licenciamento das linhas elétricas.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Portugal identifica 231 espécies marinhas não indígenas nas suas águas</title>
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         <description><![CDATA[ Portugal identifica 231 espécies marinhas não indígenas nas suas águas ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  12:11:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Portugal identifica 231 espécies marinhas não indígenas nas suas águas</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Portugal tem atualmente 231 espécies marinhas não indígenas confirmadas no continente, nos Açores e na Madeira. O número consta da atualização mais completa do inventário nacional realizada desde 2015, que identificou também cinco espécies nunca antes registadas no país.</p>
<p>O estudo foi publicado na revista científica Marine Pollution Bulletin e reúne o trabalho de 31 investigadores de 11 universidades portuguesas, três entidades públicas nacionais e vários institutos de investigação. A investigação foi liderada pelo MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e pela ARNET – Rede de Investigação Aquática.</p>
<p>Das 231 espécies confirmadas, 159 foram identificadas em Portugal continental, 81 nos Açores e 62 na Madeira. Algumas espécies estão presentes em mais do que uma região, pelo que os valores regionais não devem ser somados.</p>
<p>As cinco novas espécies foram encontradas na costa sudoeste do continente, junto ao Porto de Sines, através de um programa de monitorização ambiental que acompanha aquela área desde 1997.</p>
<p><span style="font-size: 0.875rem;">O estudo revela diferenças na origem geográfica das espécies. No continente, 39% são provenientes do Pacífico Norte temperado e 24% do Atlântico Norte.</span></p>
<p>Na Madeira, 27% têm origem no Atlântico Norte e 24% no Atlântico Tropical. Nos Açores, 37% são provenientes do Atlântico Norte e 19% do Pacífico Norte.</p>
<p>O transporte marítimo, através da água de lastro e dos organismos que ficam agarrados aos cascos dos navios, é apontado como a principal via de introdução em todo o país. A aquacultura assume também um peso relevante no continente.</p>
<p>O Porto de Sines é identificado como um ponto estratégico de entrada devido à sua localização no cruzamento de rotas marítimas entre a Ásia, o Mediterrâneo, os Estados Unidos e África.</p>
<p><strong>ADN permite detetar espécies antes de serem observadas</strong></p>
<p>Além do inventário baseado na observação e identificação dos organismos, os investigadores criaram uma lista de vigilância com 22 espécies detetadas exclusivamente através de métodos moleculares, como a análise de ADN ambiental.</p>
<p>Estas espécies ainda não têm confirmação física da sua presença nas águas portuguesas, mas os sinais genéticos funcionam como um sistema de alerta precoce, permitindo identificar potenciais invasores antes de serem observados a olho nu.</p>
<p>Os investigadores alertam, contudo, para a necessidade de reforçar as bases de dados genéticas nacionais. Embora 71% das espécies catalogadas estejam representadas em bases internacionais, apenas 12,5% possuem sequências obtidas a partir de exemplares recolhidos em águas portuguesas.</p>
<p>“As invasões marinhas são um fenómeno dinâmico e transfronteiriço, e compreendê-las exige uma ciência capaz de trabalhar à mesma escala”, afirma Romeu Ribeiro, investigador do MARE na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e primeiro autor do estudo.</p>
<p>O investigador salienta que o trabalho permitiu ir além da atualização do número de espécies, identificando padrões de introdução, falhas no conhecimento genético e prioridades para a monitorização futura.</p>
<p>A investigação foi coordenada por Paula Chainho, do MARE-ULisboa, e contou com a participação da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.</p>
<p>O trabalho recebeu financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência, através da Agenda NEXUS, e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Convento de Cristo disputa lugar na final das Novas 7 Maravilhas de Portugal</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_castillo_templario_tomar_portugal_6a92b9ab3d468.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Convento de Cristo disputa lugar na final das Novas 7 Maravilhas de Portugal ]]></description>
         <category>Região</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  11:52:54 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Convento de Cristo disputa lugar na final das Novas 7 Maravilhas de Portugal</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p> </p>
<p>Monumento de Tomar está na meia-final da iniciativa e apela à participação do público. A votação decorre até 5 de setembro.</p>
<p>O Convento de Cristo, em Tomar, foi selecionado para a meia-final das Novas 7 Maravilhas de Portugal e está a apelar ao voto do público para garantir um lugar na fase decisiva da iniciativa.</p>
<p>A votação decorre entre 29 de agosto e 5 de setembro. Para apoiar a candidatura do Convento de Cristo, o público deverá ligar para o número 761 207 031.</p>
<p>O monumento pretende assegurar não só a presença na final, mas também uma maior projeção para a cidade de Tomar e para o seu património histórico e cultural.</p>
<p>Os 21 finalistas serão anunciados no dia 5 de setembro, durante uma gala realizada no Palácio Nacional de Sintra, com transmissão a partir das 21h00.</p>
<p>A Gala Final das Novas 7 Maravilhas de Portugal está marcada para 12 de setembro, ocasião em que serão conhecidos os sete monumentos vencedores.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>SNS com 10,77 milhões de utentes inscritos, cobertura de médico de família é de 87%</title>
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         <description><![CDATA[ SNS com 10,77 milhões de utentes inscritos, cobertura de médico de família é de 87% ]]></description>
         <category>Saúde</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  9:40:37 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>SNS com 10,77 milhões de utentes inscritos, cobertura de médico de família é de 87%</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>O Serviço Nacional de Saúde (SNS) concluiu a classificação do Registo Nacional de Utentes (RNU), com 10,77 milhões de inscritos, com uma taxa de cobertura de médico de família de 87%, foi hoje anunciado.</p>
<p class="text-paragraph">“A 24 de agosto, encontravam-se inscritos nos cuidados de saúde primários 10.769.099 utentes, dos quais 10.599.255 reuniam as condições de elegibilidade para atribuição de médico de família”, refere a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) em comunicado hoje divulgado, concluindo um trabalho de vários anos, que incluiu os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o ACSS, este mês, 98% dos inscritos nos cuidados de saúde primários reuniam condições para terem médicos de família, mas a taxa de cobertura era de 87% (9.234.694), enquanto 1.364.561 aguardavam atribuição.</p>
<p class="text-paragraph">A administração dos serviços concluiu nas últimas semanas “uma reforma estrutural prevista desde 2017 que permite dispor de informação mais detalhada sobre a população inscrita nos cuidados de saúde primários e sobre o universo de utentes que reúne as condições para atribuição de médico de família”, refere a instituição.</p>
<p class="text-paragraph">A partir de agora, “os 19,3 milhões de registos existentes no RNU passaram a estar organizados” em várias tipologias, “que permitem fazer a correspondência entre a situação real dos utentes e a informação que consta nos registos, de modo a adequar os recursos disponíveis no SNS de forma eficiente às necessidades da população”.</p>
<p class="text-paragraph">No final do mês, passam a estar disponíveis dois novos indicadores no Portal da Transparência do SNS sobre o RNU, que serão atualizados mensalmente, com respetivas infografias.</p>
<p class="text-paragraph">As autoridades salientam que “é importante recordar os cidadãos que a atribuição de médico de família e a garantia de comparticipação de medicamentos e exames pelo SNS requer sempre que se tenha os dados obrigatórios atualizados no RNU”.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, “se um utente verificar que o seu registo contém dados em falta, basta dirigir-se presencialmente a qualquer centro de saúde ou hospital do SNS e fornecer os elementos necessários à sua atualização”, que será imediata.</p>
<p class="text-paragraph">Os 169.844 inscritos nos cuidados de saúde primários que não têm direito a médico de família correspondem a cidadãos sem título de residente, quem não tenha beneficiado de cuidados disponibilizados pelo SNS nos últimos cinco anos ou quem tenha manifestado opção de não ter este serviço (9.641).</p>
<p class="text-paragraph">Já a diferença entre os quase 20 milhões de registos no sistema e o número efetivo de utentes está relacionada com tratamentos a turistas ou visitantes que tenham recorrido pontualmente ao SNS, mas não são beneficiários do sistema.</p>
<p class="text-paragraph">A contabilidade anterior neste novo modelo foi feita a 14 de julho e, em 40 dias, o sistema registou um aumento de 38.768 inscritos, com mais 104.453 utentes com médicos de família atribuídos (mais um ponto percentual).</p>
<p class="text-paragraph">Esta “variação resulta de movimentos simultâneos, entre os quais novas inscrições, atualizações dos registos, alterações da condição de residência, novos contactos com o SNS, aplicação do critério de não utilização durante cinco anos, opções manifestadas pelos utentes e atribuições de médico de família nas vagas disponíveis, bem como ao efeito do resultado do último concurso para médicos de família que permitiu ocupar 273 das 711 vagas disponíveis para Medicina Geral e Familiar”, refere a ACSS.</p>
<p class="text-paragraph">Numa análise territorial, a região Norte apresentava uma taxa de cobertura de 98%” no acesso a médico de família, seguindo-se o Centro (95%), Alentejo (83%), Algarve (80%) e Lisboa e Vale do Tejo (LVT) no pior lugar, com 74% de utentes com o serviço, um total de 1.009.185 inscritos.</p>
<p class="text-paragraph">Esta “leitura regional permite identificar os territórios com maiores necessidades e apoiar o planeamento da contratação e distribuição de médicos de Medicina Geral e Familiar”, referem.</p>
<p class="text-paragraph">Já os utentes sem contacto com o SNS há mais de cinco anos libertam vagas do sistema, salvaguardando-se os casos em que integrem agregados com utilizadores regulares.</p>
<p class="text-paragraph">No que respeita aos cidadãos portugueses residentes no estrangeiro, classificados como “registo atualizado não residente”, mantêm o direito de acesso e a cobertura financeira assegurada, “sem prejuízo da eventual faturação dos cuidados ao país de residência ao abrigo dos acordos internacionais em vigor, por exemplo, nos casos em que o utente tenha Cartão Europeu de Seguro de Doença”, refere a ACSS.</p>
<p class="text-paragraph">A partir de 31 de agosto, no portal da transparência do SNS constarão dois novos conjuntos de indicadores, entre os quais os inscritos no RNU, com período de referência, tipologia de registo, região e ULS de inscrição, nacionalidade, grupo etário e região de inscrição nos cuidados de saúde primários.</p>
<p class="text-paragraph">O outro indicador serão os inscritos em cuidados de saúde primários e a respetiva elegibilidade para atribuição de médico de família, segundo a distribuição regional, etária e por nacionalidade.</p>
<p class="text-paragraph">“A publicação separada destes universos assegura maior transparência e rigor na leitura dos números, evitando que o total de registos do RNU seja confundido com o número de residentes em Portugal, com a população inscrita nos cuidados de saúde primários ou com o universo que aguarda médico de família”, refere a ACSS, alertando que a distinção de estrangeiros e nacionais tem fins estatísticos.</p>
<p class="text-paragraph">Por isso, “as diferenças observadas entre grupos não permitem, por si só, estabelecer relações de causalidade ou concluir pela existência de tratamento diferenciado no acesso aos cuidados de saúde”, refere o documento.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Javalis entram nas localidades do concelho e Câmara procura resposta conjunta com caçadores (c/áudio)</title>
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         <description><![CDATA[ Javalis entram nas localidades do concelho e Câmara procura resposta conjunta com caçadores (c/áudio) ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  9:35:00 GMT+1</pubDate>
         <link>https://jornaldeabrantes.sapo.pt/concelhos/javalis-entram-nas-localidades-do-concelho-e-camara-procura-resposta-conjunta-com-cacadores-c-audio</link>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Javalis entram nas localidades do concelho e Câmara procura resposta conjunta com caçadores (c/áudio)</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span style="font-size: 0.875rem;">A presença crescente de javalis dentro das localidades, incluindo em ruas e zonas habitacionais, está a preocupar a Câmara Municipal de Mação. A autarquia convocou para 11 de setembro uma reunião com as cinco associações de caçadores do concelho, com o objetivo de encontrar medidas que permitam controlar a população destes animais.</span></p>
<p class="Normal"><span style="font-size: 0.875rem;">O Município emitiu também um aviso à população, apelando para que não sejam deixados sacos de lixo, restos de comida ou outros alimentos acessíveis na via pública. Os munícipes são ainda aconselhados a manter os contentores devidamente fechados e a não alimentar os javalis, mesmo quando pareçam inofensivos.</span><span class="tm5"> </span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“A presença de comida facilita a aproximação destes animais às zonas habitadas, podendo aumentar o risco de acidentes e situações de perigo para pessoas, animais de companhia e para os próprios javalis”, alerta a Câmara.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">O presidente da Câmara de Mação, José Fernando Martins, confirmou aos jornalistas que o problema se tem agravado e já afeta praticamente todo o território concelhio.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“Cada vez chegam mais reclamações e queixas à Câmara sobre a população de javalis no nosso concelho. Inclusive, já aconteceram pedidos de indemnização à Câmara, como se fosse a Câmara a culpada por todos os estragos que os javalis cometem”, afirmou.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Entre as situações comunicadas ao Município encontram-se hortas destruídas, muros derrubados, caminhos obstruídos e acidentes envolvendo viaturas. Em alguns casos, a autarquia tem sido chamada a disponibilizar máquinas para remover pedras e outros materiais deixados nas estradas após a destruição de paredes.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Segundo José Fernando Martins, os animais já não aparecem apenas nas hortas e nos terrenos situados em redor das povoações.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“Estamos a falar de zonas urbanas, das ruas das aldeias e das ruas da vila”, sublinhou, indicando que têm sido avistados e filmados javalis na entrada sul de Mação. O autarca recordou ainda que, há cerca de um ou dois anos, também foram detetados animais nos quintais existentes nas traseiras dos Paços do Concelho.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">O presidente da Câmara relaciona a aproximação dos javalis com o abandono de terrenos agrícolas e a redução das áreas cultivadas.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“Há 20 ou 30 anos, quando se falava em javali, era uma espécie rara. Hoje encontram-se com toda a facilidade”, afirmou. “Antes tinham comida em todo o território, porque as hortas eram cultivadas. Hoje existem muitos matos e os javalis, como qualquer outro animal, sentem a necessidade de se aproximar das aldeias e das casas.”</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Os resíduos mal acondicionados e os alimentos deixados junto aos contentores tornam-se, assim, uma fonte fácil de comida. A habituação à presença humana pode fazer com que os animais regressem repetidamente às mesmas zonas.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Além dos prejuízos provocados nas propriedades e do perigo para a circulação rodoviária, José Fernando Martins alerta para os riscos da presença destes animais junto das populações, sobretudo para crianças e idosos.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“O animal pode não atacar, mas também pode atacar, nomeadamente se for uma fêmea acompanhada pelas crias”, advertiu.</span></p>
<p class="Normal"><strong><span class="tm5">Cinco associações convocadas para reunião</span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A Câmara quer assumir a coordenação de uma resposta local e envolver as cinco associações de caçadores existentes no concelho. Todas foram já contactadas para participarem na reunião de 11 de setembro.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">O objetivo é avaliar a possibilidade de reforçar ações como esperas, batidas ou montarias, dentro das regras e autorizações aplicáveis, e perceber de que meios necessitam as associações para colaborar no controlo da densidade populacional.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“Queremos saber quais são as condições de que as associações podem precisar e estamos disponíveis para participar num trabalho conjunto”, declarou o autarca. A intenção passa por garantir uma cobertura de todo o concelho, tendo em conta que as associações apresentam diferentes níveis de disponibilidade e capacidade operacional.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A Câmara tem também pressionado o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), entidade com competências nesta matéria, para que sejam encontradas respostas para o aumento do número de animais.</span></p>
<p><audio width="300" height="32" controls="controls" src="https://mediaon.com.pt/redacao/2026/08/jose_fernando_Martins.mp3"> Your browser does not support the1 <code>audio</code> element. </audio></p>
<p class="Normal"><strong><span style="font-size: small;"><span class="tm5">José Fernando Martins, presidente CM Mação</span></span></strong></p>
<p class="Normal"><span class="tm5"><img src="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/_img_20260827_192544_6a915ba149654.jpg" alt="" width="500" /></span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">José Fernando Martins considera que o problema ultrapassa as fronteiras de Mação, afetando igualmente concelhos como Abrantes, Sardoal e Proença-a-Nova. Por esse motivo, defende que o assunto seja discutido pelas comunidades intermunicipais e levado ao Governo e às entidades responsáveis.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">“Todos juntos conseguimos ter uma força maior. Temos uma população muito grande de animais no nosso território, que provoca uma destruição enorme nos bens das pessoas”, afirmou. “Se nada fizermos, o problema amanhã será mais grave do que é hoje.”</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">A preocupação não se limita aos javalis. O presidente da Câmara confirmou também que veados e gamos têm provocado prejuízos nas culturas, sobretudo nas zonas mais interiores do concelho, como Carvoeiro, São José das Matas e Envendos.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">De acordo com o autarca, muitos habitantes deixaram de cultivar terrenos afastados devido aos estragos e passaram a manter as hortas junto às casas. Ainda assim, os animais continuam a aproximar-se e a destruir as culturas.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Enquanto são estudadas medidas de controlo, o Município insiste em três recomendações: não alimentar os javalis, não deixar comida ou lixo acessível e manter os contentores devidamente fechados.</span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Associação ambientalista contra aposta portuguesa em centros de dados sem garantias ambientais</title>
         <enclosure url="https://jornaldeabrantes.sapo.pt/pic/850x460/_yamu_jay_ai_generated_9088888_6a92978b75ed3.jpg" length="1" type="image/jpeg" />
         <description><![CDATA[ Associação ambientalista contra aposta portuguesa em centros de dados sem garantias ambientais ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Sat, 29 Aug 2026  9:26:08 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Associação ambientalista contra aposta portuguesa em centros de dados sem garantias ambientais</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A associação ambientalista Zero contestou hoje a aposta de Portugal em ser destino de centros de dados internacionais sem salvaguardar a “transição climática” ou “o desenvolvimento equilibrado do território”.</p>
<p class="text-paragraph">Em causa está uma resolução do Conselho de Ministros de abril deste ano que, segundo a associação, prevê um grande reforço de produção elétrica que não consegue ser suportado pela estrutura existente, incluindo a “multiplicação por 40 da capacidade de armazenamento em baterias prevista no Plano Nacional de Energia e Clima”, e um “consumo de água correspondente ao de toda a área metropolitana de Lisboa”.</p>
<p class="text-paragraph">O diploma vem “colocar Portugal na rota da expansão europeia de ‘data centers’, mas não assegura com a robustez necessária, que estas infraestruturas contribuam efetivamente para a transição climática, a eficiência no uso de recursos e o desenvolvimento equilibrado do território”, afirma a Zero em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">Para os ambientalistas, o “elevado consumo de eletricidade exige seleção com base em critérios ambientais, nos contributos para soberania digital e na utilidade social dos projetos” para o país.</p>
<p class="text-paragraph">“Ao privilegiar mecanismos de simplificação administrativa e atração de investimento, a resolução deixa em aberto questões fundamentais sobre o uso sustentável de energia, água e território, num momento em que a transição energética exige respostas mais estruturadas e equitativas à procura já existente”.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a Zero, a nível mundial os centros de dados “representam atualmente cerca de 1,5% do consumo mundial de eletricidade”, mas em Portugal “as projeções apontam para um cenário em que os ‘data centers’ e outras cargas emergentes poderão representar até 15% a 20% do consumo elétrico nacional na próxima década”, com “uma pressão sem precedentes sobre o sistema energético”.</p>
<p class="text-paragraph">Para a Zero, os centros de dados “não podem comprometer a transição energética do país" e devem ser integrados no que designa “estratégia industrial verde”.</p>
<p class="text-paragraph">“A questão central não é se Portugal deve acolher ‘data centers’, mas sim para que servem, em que condições operam e como se integram no território e na economia”, referem os ambientalistas, admitindo que estas estruturas desempenham “um papel positivo na transição ecológica, nomeadamente ao suportar soluções digitais que aumentam a eficiência no uso de recursos”.</p>
<p class="text-paragraph">No entanto, “sem uma orientação estratégica, irão gerar um efeito ‘ricochete’, intensificando padrões de consumo energético e material associados a atividades de baixo valor social”, mas também “elevado impacto ambiental, enquanto geram pressão adicional sobre o território”, alerta a associação.</p>
<p class="text-paragraph">"A resolução aprovada recentemente falha ao não estabelecer critérios vinculativos quanto à adicionalidade de energia renovável, ao uso de água não potável, à eficiência energética mínima, à reutilização de calor residual ou à contribuição para a flexibilidade do sistema elétrico”, acrescenta.</p>
<p class="text-paragraph">A Zero considera que o trabalho dos centros de dados deve reverter para a própria sociedade portuguesa e “não apenas para a exportação de capacidade computacional ou para modelos económicos de baixa utilidade pública” e propõe “a integração dos ‘data centers’ em condomínios industriais sustentáveis, onde exista simbiose com outras atividades: aproveitamento de calor residual, produção local de energia renovável com armazenamento, utilização de água do mar ou reciclada e articulação com cadeias de valor industriais e científicas”.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Portugal entregou Plano Nacional de Restauro da Natureza à Comissão Europeia</title>
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         <description><![CDATA[ Portugal entregou Plano Nacional de Restauro da Natureza à Comissão Europeia ]]></description>
         <category>Sociedade</category>
         <pubDate>Fri, 28 Aug 2026  16:10:15 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Portugal entregou Plano Nacional de Restauro da Natureza à Comissão Europeia</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>Portugal entregou hoje à Comissão Europeia o projeto do Plano Nacional de Restauro da Natureza, tornando-se o terceiro Estado-membro a fazê-lo, anunciou o Ministério do Ambiente.</p>
<p class="text-paragraph">O plano integra 375 medidas e entra agora numa segunda fase “de melhoria e diálogo” com a Comissão Europeia, antes da apresentação da versão definitiva, especificou o ministério, em comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">A ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, citada no comunicado, afirmou que mais do que um documento se pretende um “movimento mobilizador”.</p>
<p class="text-paragraph">O objetivo é recuperar ecossistemas degradados e reforçar a biodiversidade, aumentando a resiliência dos territórios e das populações.</p>
<p class="text-paragraph">O prazo para a entrega do plano terminava a 31 de agosto.</p>
<p class="text-paragraph">A ministra do Ambiente e Energia enviou também esta manhã uma carta à comissária europeia do Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, Jessika Roswall, na qual reafirmou o compromisso de Portugal com os objetivos europeus de restauro da natureza.</p>
<p class="text-paragraph">Na missiva, Maria da Graça Carvalho defendeu que o restauro da natureza disponha de “uma dotação adequada” no próximo Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034 e reiterou o apoio de Portugal à criação de um Fundo Europeu para o Restauro da Natureza, que permita mobilizar os recursos necessários à execução dos planos nacionais.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as iniciativas já em curso que contribuirão para a execução do plano contam-se novos projetos-piloto de restauro da natureza em territórios afetados por catástrofes, como a Serra da Estrela, o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Vale do Guadiana, o Alentejo Litoral e a Mata da Margaraça (Serra do Açor).</p>
<p class="text-paragraph">“O Governo pretende ainda trabalhar na diversificação das fontes de financiamento, incluindo instrumentos complementares como um futuro mercado de créditos de natureza e a mobilização de capital privado”, segundo a mesma fonte.</p>
<p class="text-paragraph">A Comissão Europeia dispõe agora de seis meses para avaliar o projeto e apresentar observações, seguindo-se um período adicional de seis meses para Portugal finalizar, publicar e apresentar a versão definitiva do plano.</p>
<p class="text-paragraph">Lusa</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Praia Fluvial de Cardigos reabre a banhos após interdição preventiva</title>
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         <description><![CDATA[ Praia Fluvial de Cardigos reabre a banhos após interdição preventiva ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Fri, 28 Aug 2026  9:39:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:nuts><![CDATA[140100]]></sapo:nuts>
         <sapo:lead>Praia Fluvial de Cardigos reabre a banhos após interdição preventiva</sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p>A Praia Fluvial de Cardigos, no concelho de Mação, encontra-se novamente aberta a banhos, depois de terem sido restabelecidas as condições de segurança necessárias à utilização balnear.</p>
<p>Em comunicado, o Município de Mação informa que a interdição preventiva tinha sido determinada devido às condições meteorológicas adversas e à consequente degradação temporária da qualidade da água.</p>
<p>A praia foi encerrada após as chuvas intensas registadas no último fim de semana terem provocado uma enxurrada na Ribeira de Cardigos. A corrente arrastou folhagens, terras e outros resíduos acumulados durante o verão, que acabaram por se concentrar na piscina da praia fluvial.</p>
<p>Na altura, o presidente da Câmara Municipal de Mação, José Fernando Martins, explicou à Antena Livre que a interdição permitiria realizar os trabalhos de limpeza e aspiração da piscina em segurança.</p>
<p>Concluída a intervenção e verificadas as condições da água, o Município anunciou agora a reabertura do espaço, permitindo aos banhistas retomar a sua utilização.</p>
<p>A autarquia agradece a compreensão e a colaboração da população durante o período de interdição e apela ao cumprimento das recomendações e indicações de segurança em vigor.</p>
<p>A interdição aplicou-se apenas à Praia Fluvial de Cardigos. A Praia Fluvial de Carvoeiro manteve o seu funcionamento normal, uma vez que aquela zona do concelho não foi afetada com a mesma intensidade pela precipitação.</p> ]]></sapo:body>
      </item> 
                  <item>
         <title>Candidaturas a Bolsas de Estudo no Ensino Superior abrem a 1 de setembro </title>
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         <description><![CDATA[ Candidaturas a Bolsas de Estudo no Ensino Superior abrem a 1 de setembro  ]]></description>
         <category>Concelhos</category>
         <pubDate>Thu, 27 Aug 2026  16:41:00 GMT+1</pubDate>
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         <sapo:lead>Candidaturas a Bolsas de Estudo no Ensino Superior abrem a 1 de setembro </sapo:lead>
         <sapo:body><![CDATA[ <p class="Normal"><span class="tm5">A Câmara Municipal de Mação atribui anualmente, desde 2004, bolsas de estudo a jovens do concelho que frequentem o Ensino Superior Público. São atribuídas por concurso, de acordo com o rendimento familiar per capita comprovado, a alunos que ingressam no ensino superior, ou posterior renovação das bolsas até que concluam os seus cursos sem reprovação.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">As candidaturas para atribuição de Novas Bolsas ou Renovação das Bolsas de Estudo de Mação - Ensino Superior - Ano Letivo 2026/2027, decorrem entre 1 de setembro e 15 de outubro de 2026.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Este ano, o Executivo Municipal deliberou aumentar de 22 para 25 o número de Bolsas, entre renovações e novas atribuições, sendo que um bolseiro da Autarquia recebe 150 euros mensais durante 10 meses por ano.</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">O Boletim de Candidatura, bem como o Regulamento Municipal para Atribuição de Bolsas de Estudo de Mação onde constam os documentos obrigatórios a entregar para análise do processo e seleção dos candidatos, estão disponíveis na receção da Câmara Municipal e no site, na secção de Regulamentos (<a href="https://www.cm-macao.pt/index.php/regulamentos#candidaturas-para-atribuicao-de-bolsas-de-estudo-para-o-ensino-superior-ano-letivo-2026-2027-nova-bolsa-ou-renovacao" target="_blank">clicar aqui</a>).</span></p>
<p class="Normal"><span class="tm5">Segundo o Município, as Bolsas de Estudo “são uma das mais representativas ações de apoio da Autarquia junto dos jovens que ingressam no ensino superior público, bem como das suas famílias”.</span></p>
<p class="Normal"> </p> ]]></sapo:body>
      </item> 
         </channel>
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