Mau tempo Vila de Rei encerra percursos pedestres por tempo indeterminado
Os percursos pedestres do concelho de Vila de Rei estão temporariamente encerrados, por tempo indeterminado, enquanto decorrem os trabalhos de limpeza, desobstrução e manutenção devido ao mau tempo que afetou a região.
Segundo a Câmara de Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, vários trilhos e caminhos florestais sofreram danos significativos, encontrando-se atualmente sem condições de segurança para utilização.
“O município de Vila de Rei lamenta os constrangimentos causados e informa que está a proceder a todos os esforços para repor, com a maior brevidade possível, as condições de segurança e usufruto destes importantes ativos turísticos do concelho”, refere a autarquia numa nota.
Estão abrangidos pelo encerramento, o Caminho do Xisto de Água Formosa, os trilhos das Cascatas e das Bufareiras, as rotas das Conheiras e do Bostelim, a Grande Rota da Prata e do Ouro e o troço vilarregense da Grande Rota do Zêzere.
Por seu turno, o circuito dos Passadiços do Penedo Furado já se encontra novamente acessível ao público.
Contudo, a autarquia informa que o percurso circular, com cerca de 2,1 quilómetros, deverá ser iniciado junto ao miradouro do Penedo Furado ou ao miradouro das Fragas do Rabadão, uma vez que o acesso automóvel à praia fluvial permanece encerrado.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou em 15 de fevereiro.
Lusa